Uma mulher de 35 anos, identificada porquê Nancy Mudau, foi presa na província de Limpopo, na África do Sul, depois empregar um esquema de fraude que durou mais de uma dezena. Segundo as autoridades locais, ela enganou oito homens diferentes durante 12 anos, fazendo cada um confiar que era o pai biológico de seu rebento.
De negócio com as investigações, Nancy utilizava documentos adulterados para sustentar a falsa paternidade. Cada um dos homens pagava mensalmente valores referentes à pensão alimentícia, saúde, instrução e sustento da moço, totalizando uma renda significativa.
O esquema só começou a dar inverídico recentemente, quando um dos homens desconfiou da história e exigiu um teste de DNA. O resultado foi negativo. Os demais supostos pais também realizaram exames, todos com o mesmo resultado: nenhum deles era o pai biológico da moço.
Moradia, escola e restaurante com verba da pensão
Com o verba aglomerado ao longo dos anos, Nancy teria construído uma mansão de cume padrão e iniciado a construção de um pequeno restaurante e bar, conforme informou a polícia. Ela também utilizou secção dos recursos para remunerar a escola da moço.
A prisão da mulher gerou grande repercussão na comunidade sítio e abriu espaço para debates sobre a vulnerabilidade do sistema de pensão alimentícia e a premência de testes de paternidade obrigatórios antes do reconhecimento lícito da responsabilidade.
Nancy Mudau agora responde por fraude continuada, falsificação de documentos e injúria de crédito. A legislação sul-africana prevê penas severas para esse tipo de delito, incluindo longos períodos de reclusão. Os oito homens envolvidos serão chamados a depor nos próximos dias.
Nascente/Créditos: O Liberal
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