Rodrigo Felício, espargido porquê Tiquinho de Limeira, considerado pelo Ministério Público um dos “mais altos líderes” do Primeiro Comando da Capital (PCC), continua a coordenar atividades criminosas mesmo depois de 12 anos recluso na Penitenciária de Segurança Máxima de Presidente Venceslau, interno de São Paulo.
As investigações revelam que ele emitiu ordens por meio de cartas manuscritas, conhecidas porquê “salves”, entregues a comparsas fora da prisão. De pacto com documentos da Promotoria, essas ordens eram entregues por sua mulher, Maria Fernanda Antunes Martins, a Gordinha, durante visitas à penitenciária.
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Gordinha atuava porquê mensageira de Tiquinho e foi flagrada em março de 2023 com quatro folhas manuscritas com instruções destinadas a parceiros do gerente do PCC, porquê Alex Araújo Claudino, o Frango, e Willian Ali Srour, o Gordo. A apuração é do portal Metrópoles.
Apesar do regime de segurança máxima, Tiquinho mantinha controle das operações externas. O MP apurou que ordens emitidas da prisão resultaram em movimentações bancárias que somam quase R$ 1 milhão em uma única conta. Aliás, há indícios de que US$ 100 milénio (equivalente a respeito de R$ 552,49 milénio) também foram movimentados em espécie sob sua orientação.
PCC usava códigos e aplicativos para manter notícia com chefia
Para evitar a identificação direta das drogas, os criminosos utilizavam termos codificados porquê “Bob” para maconha e “peixe” para cocaína. As transações e comunicações eram realizadas via WhatsApp, com Gordinha em contato quotidiano com Frango e Gordo. As informações obtidas nessas conversas eram posteriormente repassadas a Tiquinho.
As investigações também mostram que os traficantes liderados por Tiquinho na região de Limeira operavam em formato semelhante a um consórcio. Essa estrutura permitia a compra de grandes quantidades de entorpecentes com custos logísticos reduzidos. Frango, por sua vez, era o responsável por coletar e repartir o quantia obtido com as vendas.
Outro nome citado nas apurações é o de Edson Calixto da Silva Maximiliano, o Bozão. Segundo a Polícia Social, ele teria posto à venda seis pontos de venda de drogas — chamados de “biqueiras” — ao dispêndio de R$ 2 milhões. O objetivo seria deixar a região juntamente com a família, diante do progresso das investigações policiais.
Gordo auxiliava Frango na realização de ordens vindas da penitenciária e era o encarregado pela contabilidade financeira de Tiquinho através de cobranças em nome do gerente do tráfico. Atualmente, com exceção de Frango, que segue homiziado, todos os demais investigados mencionados estão presos.
Leia também: “A ousadia do delito organizado”, reportagem de Edilson Salgueiro publicada na Edição 243 da Revista Oeste
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