O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou nesta sexta-feira (11) a responsabilidade do governo sobre a subida no preço do gás de cozinha nos últimos meses. Em novidade fala sobre o ponto, ele criticou a diferença entre o valor praticado pela Petrobras e o preço final cobrado das famílias brasileiras pelas distribuidoras.
Durante cerimônia no Espírito Santo, Lula afirmou que ainda não recebeu uma justificativa persuasivo sobre o encarecimento do resultado ao longo da cárcere de distribuição.
“Eu não me conformo que o gás de cozinha sai da Petrobras a R$ 37 e chega a R$ 140 nas casas dos consumidores. Alguém tem que me explicar”, disse o presidente em evento em Linhares (ES), durante o lançamento dos pagamentos do Programa de Transferência de Renda (PTR) talhado a pescadores e agricultores familiares afetados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG).
De entendimento com dados da Petrobras, o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) nas refinarias está atualmente em R$ 34,70, representando murado de 33,4% do valor final. Já o preço médio do botijão ao consumidor gira em torno de R$ 108,31. A diferença, segundo especialistas, decorre de custos logísticos, margens de lucro das distribuidoras e revendedores, além de tributos estaduais e federais.
Sem detalhar a nascente dos recursos, Lula voltou a fazer promessas em meio ao calendário eleitoral. Reiterou que pretende ampliar o aproximação gratuito ao gás de cozinha para mais de 17 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade. “Nós vamos prometer o gás de perdão para esse povo ter uma vez que cozinhar”, afirmou.
O governo federalista já mantém o programa Auxílio Gás dos Brasileiros, que cobre 100% do valor médio do botijão para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e com renda familiar per capita de até meio salário mínimo. O presidente, no entanto, sinalizou que pretende ampliar a abrangência da política.
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