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Um PM réu pelo interrogatório dos atos de 8 de janeiro denunciou nesta quarta-feira que seu celular foi devolvido em envelope cuja lacração foi violada. O coronel Paulo José, da Polícia Militar do Província Federalista, viu que a secção subalterno da embalagem estava oportunidade, mesmo sem registro solene de manuseio por autoridades. A divergência gerou questionamentos sobre integridade dos dados.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF, exigiu que a Procuradoria-Universal da República (PGR) se manifeste em até cinco dias sobre a falta na custódia do aparelho. Moraes apontou que, sem explicações satisfatórias, fica comprometida a autenticidade do material uma vez que prova. O incidente reacende debates sobre procedimentos de cárcere de custódia.
A situação decorre de investigação que apura omissões da PM-DF durante os atos de 8 de janeiro de 2023. Vários policiais militares, entre eles o coronel e um tenente, tiveram celulares e laptops recolhidos. A reembolso com falhas alimenta preocupações de que evidências possam ter sido adulteradas ou comprometidas.
O STF definiu o julgamento para ocorrer entre 8 e 18 de agosto, via plenário virtual. O caso pode impactar tanto a responsabilização dos réus quanto a credibilidade da investigação. A iniciativa de Moraes para obter esclarecimentos da PGR demonstra atenção às normas jurídicas e ao devido processo lícito.
https://jornalbrasilonline.com.br/moraes-pressiona-pgr-apos-apos-denuncia-de-violacao-em-celular//Natividade/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE









