Uma tragédia de dimensões geopolíticas e humanas chocou Israel e a Ucrânia na madrugada de 15 de junho. Um míssil balístico lançado pelo Irã atingiu um prédio residencial na cidade costeira de Bat-Yam, nos periferia de Tel Aviv, matando pelo menos nove pessoas e ferindo quase 200, segundo informações oficais. Entre as vítimas estavam membros de uma família ucraniana que havia buscado refúgio em Israel para o tratamento médico de uma moçoilo com cancro.
Anastasia Borik — ou “Nastia”, porquê era chamada pelos familiares — tinha unicamente 7 anos e lutava contra uma leucemia desde 2022. Ela havia deixado Odessa, na Ucrânia, com a mãe Maria Peshkurova, 30 anos, a avó Lena (ou Olena) Peshkurova, 60 anos, e dois primos: Ilya, de 17 anos, e Konstantin, de 10. Todos estavam no apartamento atingido pelo míssil. Segundo autoridades Israelenses, os corpos de Nastia, Lena, Ilya e Konstantin foram encontrados sob os escombros. Maria permanece desaparecida.
O ataque foi descrito por autoridades porquê um “delito contra civis indefesos”. O presidente de Israel, Isaac Herzog, declarou: “Eles vieram para Israel em procura de vida e foram assassinados por um míssil iraniano.” A embaixada da Ucrânia em Israel também se manifestou, afirmando que “a família Borik escapava de uma guerra para ser vítima de outra”.
A ofensiva foi coordenada com grupos alinhados ao Irã, porquê os houthis do Iêmen e milícias xiitas na Síria e no Iraque, e incluiu disparos de drones e foguetes contra várias localidades israelenses, segundo a *Al Jazeera*. Bat-Yam foi uma das áreas mais atingidas, com um prédio de quatro andares parcialmente destruído. Imagens captadas mostraram os andares superiores completamente colapsados, com moradores retirando destroços com as próprias mãos enquanto aguardavam as unidades de resgate. Essas imagens estão sendo compatilhadas nas redes sociais.
Nastia havia se tornado conhecida entre voluntários israelenses e médicos do hospital Ichilov, em Tel Aviv, onde fazia secção de um protocolo experimental contra a leucemia. Fotos da moça em tratamento, com lenços coloridos na cabeça e abraçada a brinquedos, circularam nas redes sociais em seguida a tragédia, gerando comoção internacional.
A família havia se mudado para Israel em seguida o agravamento da guerra na Ucrânia, quando hospitais na região de Odessa foram danificados por ataques russos. Segundo o jornalista Shimon Briman, especializado em relações Israel-Ucrânia, “há um direcção compartilhado entre ucranianos e israelenses: ambos são povos que enfrentam ameaças existenciais de vizinhos hostis e veem na solidariedade humanitária um gavinha vital”.
O Ministério da Saúde de Israel informou que 186 pessoas foram atendidas em seguida o ataque, muitas delas com ferimentos graves. O sistema de resguardo antimísseis “Domo de Ferro” conseguiu interceptar secção dos projéteis lançados naquela madrugada, mas ao menos um míssil de fabricação iraniana Shahab-3 passou pelas defesas e causou a ruína em Bat-Yam. Especialistas militares admitem que o ataque representa uma escalada significativa no confronto direto entre Teerã e Jerusalém.
O espaço distraído israelense permanece parcialmente fechado, o que tem dificultado a repatriação dos corpos das vítimas ucranianas. A embaixada da Ucrânia solicitou escora da Cruz Vermelha e da ONU para prometer que os sobras mortais sejam levados de volta a Odessa, onde o pai de Nastia — um combatente do tropa ucraniano — foi informado da tragédia enquanto servia na traço de frente contra tropas russas.
Enquanto autoridades israelenses e ucranianas avaliam medidas conjuntas e a ONU convoca uma reunião de emergência para debater o recrudescimento da crise no Oriente Médio, a imagem de Nastia torna-se um símbolo do sofrimento social em conflitos que atravessam fronteiras e ignoram a inocência.
“Ela veio buscar a trato e encontrou a guerra”, lamentou uma voluntária israelense que acompanhava o tratamento da moçoilo. Em meio ao soído das sirenes e ao estrondo das escavadeiras, o luto agora une duas nações marcadas pela dor.
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/tragedia-em-israel-familia-ucraniana-em-tratamento-contra-o-cancer-e-morta-por-missil-iraniano/Manancial/Créditos -> Aliados Brasil Solene





