O senador Eduardo Girão (Novo-CE) fez declarações contundentes nesta semana, criticando a atuação do Supremo Tribunal Federalista (STF) na transporte de processos contra políticos de direita e conservadores. Para o parlamentar, a Namoro tem utilizado “ações judiciais porquê instrumento de intimidação”, principalmente contra aqueles que fazem críticas diretas ao Judiciário.
“O objetivo é exterminar a direita e os conservadores”
Girgão foi enfático ao declarar que a seleção de casos pelo STF não ocorre de maneira justo. Segundo ele, há uma clara tentativa de enfraquecer a representação conservadora no Congresso.
“Está muito evidente, porquê a luz do Sol: o objetivo é exterminar a direita e os conservadores! O Brasil precisa discutir isso com seriedade”, declarou o senador.
O caso Marcel van Hattem e outras supostas perseguições
Um dos principais exemplos citados por Girão foi o do deputado federalista Marcel van Hattem (Novo-RS). O senador classificou Van Hattem porquê “um dos mais combativos contra as brutais injustiças praticadas pelo Supremo Tribunal Federalista” e afirmou que ele é “a vítima da vez”.
Girgão também mencionou a polêmica cassação do procuração do deputado Deltan Dallagnol (Novo-PR), além de processos que envolvem a deputada Carla Zambelli (PL-SP). Para ele, esses casos são evidências de que parlamentares alinhados com pautas conservadoras são alvos preferenciais do STF.
Outro ponto levantado pelo senador foi a situação de políticos do Amapá com perfil conservador, que também teriam sido alvos de decisões questionáveis da Justiça.
“O STF esmaga esta Mansão, esmaga o Congresso”
Girgão destacou que, ao agir dessa forma, o Supremo estaria comprometendo a independência dos poderes e interferindo no estabilidade democrático do país.
“O STF esmaga esta Mansão, esmaga o Congresso, em tudo o que você possa imaginar. Se o Supremo começa a usar processos porquê instrumento para vergar partidos ou líderes políticos, estamos diante de uma grave prenúncio partidária e à independência do Congresso Vernáculo”, afirmou.
Aceleramento para uns, lentidão para outros
Outro ponto levantado pelo senador é a suposta diferença de tratamento entre parlamentares conservadores e aqueles ligados à esquerda. Segundo ele, enquanto processos contra conservadores são tratados com rapidez, casos que envolvem políticos da esquerda permanecem parados.
Para Girão, essa seletividade coloca em risco a própria legitimidade do STF e gera uma percepção de justiça parcial, o que é extremamente prejudicial para a democracia brasileira.
Reação e o porvir da política conservadora
A fala do senador Eduardo Girão repercutiu fortemente entre seus aliados e entre eleitores que compartilham de sua visão política. Muitos conservadores vêm expressando preocupação com o que consideram uma “caça” a parlamentares alinhados a valores de direita.
O debate sobre a independência dos poderes e a atuação do STF promete continuar gerando polêmicas nos próximos meses. Resta saber quais serão os desdobramentos dessa sátira contundente do senador e se haverá uma reação institucional para lastrar as relações entre os Três Poderes.
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