Rosângela da Silva, conhecida uma vez que Janja, primeira-dama do Brasil, realizou uma viagem a Roma em fevereiro de 2025, representando o país em uma reunião do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), ligada à ONU. A viagem, feita em classe executiva, gerou controvérsia devido aos custos envolvidos, estimados em tapume de R$ 34 milénio somente para sua passagem aérea.
Aliás, Janja foi acompanhada por uma comitiva que incluiu assessores, cujas despesas com diárias, passagens e hospedagem elevaram ainda mais os gastos totais, embora os valores exatos de toda a equipe não tenham sido plenamente divulgados pelo governo até o momento.
A oposição, encabeçada por figuras uma vez que deputados do partido Novo e outros parlamentares, uma vez que Kim Kataguiri e Eduardo Bolsonaro, reagiu fortemente à notícia. Eles questionam a legitimidade de Janja viajar em classe executiva, já que ela não ocupa um missão solene no governo, e alegam que isso fere princípios de economicidade e transparência no uso de recursos públicos.
Os críticos protocolaram pedidos de investigação junto à Controladoria-Universal da União (CGU), ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Itamaraty, exigindo esclarecimentos detalhados sobre os custos e a justificativa da viagem.
A Secretaria de Notícia Social da Presidência (Secom) defendeu a viagem, afirmando que Janja foi designada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para simbolizar o Brasil no evento internacional, que discutiu temas uma vez que a Associação Global Contra a Penúria e a Pobreza.
A Secom também justificou o uso da classe executiva uma vez que previsto na legislação para autoridades em missões oficiais, destacando que as passagens foram adquiridas em aviação mercantil, sem uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo o governo, a agenda incluiu encontros relevantes, uma vez que uma audiência com o Papa Francisco e reuniões com representantes do Programa Mundial de Mantimentos.
Os gastos da comitiva também entraram na mira da oposição. Relatos indicam que pelo menos quatro assessores acompanharam Janja, com diárias que somaram R$ 24 milénio, excluindo passagens e hospedagem.
Alguns estimam que o dispêndio totalidade da viagem, incluindo toda a equipe, possa ultrapassar R$ 140 milénio, embora o governo não tenha confirmado esse montante. Parlamentares críticos argumentam que, em um momento de dificuldades econômicas no país, tais despesas são injustificáveis, mormente considerando o histórico de falta de transparência sobre os custos das atividades da primeira-dama.
A polêmica reacende debates sobre o papel de Janja no governo Lula. Desde o início do procuração, em 2023, ela tem desempenhado funções públicas sem um missão formal, o que já gerou questionamentos sobre a validade de sua estrutura de pedestal, que inclui assessores e um “gabinete informal” no Palácio do Planalto.
O caso de Roma intensifica essa discussão, com a oposição acusando o governo de usar recursos públicos para fins que misturam interesses pessoais e oficiais, enquanto apoiadores de Lula veem a viagem uma vez que segmento de uma agenda diplomática legítima.
Por enquanto, o caso segue sob escrutínio, com os órgãos acionados pela oposição podendo transfixar investigações formais. A pressão por transparência cresce, e o desfecho dependerá tanto da divulgação completa dos gastos quanto da versão jurídica sobre o uso de recursos públicos para as atividades da primeira-dama. O incidente reflete a polarização política brasileira, com o governo defendendo a representatividade da viagem e os opositores explorando-a uma vez que exemplo de suposto desperdício.
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