Em editorial publicado em 15 de fevereiro de 2025, o jornal O Orbe criticou a gestão do governo Lula na distribuição de vacinas contra a Covid-19. O texto aponta que, apesar da estabilização da doença, os postos de saúde não oferecem vacinas atualizadas contra as cepas mais recentes do vírus. O jornal destaca que o Ministério da Saúde, sob Nísia Trindade, tem a obrigação de prometer imunizantes eficazes, mas lapso nessa tarefa. A sátira se centra na compra de vacinas desatualizadas e na falta de planejamento.
O Orbe ressalta que o governo adquiriu doses da vacina indiana Covovax, da Zalika Farmacêutica, que não foram aprovadas pela Anvisa para a cepa JN.1, preponderante desde abril de 2024. O contrato, firmado no termo de 2024, previa a entrega de vacinas atualizadas, mas a versão recebida não atende às necessidades atuais, tornando o investimento ineficaz. O jornal argumenta que gastar recursos públicos em imunizantes obsoletos é um erro grave. Isso reflete, segundo o editorial, uma falta de coordenação entre o Ministério da Saúde e a Anvisa.
Outro ponto levantado é a recusa de 3 milhões de doses da vacina Moderna, atualizadas para a cepa JN.1, em 2024, devido a problemas no prazo de validade.
O governo alegou que a Anvisa não havia autorizado o uso na idade, mas a aprovação veio logo posteriormente a recusa, evidenciando falhas de notícia. O Orbe critica a exiguidade de diálogo entre os órgãos, sugerindo que uma melhor pronunciação poderia ter evitado o desperdício. Essa decisão agravou a escassez de vacinas eficazes nos postos de saúde.
O editorial também compara a atual gestão com a do ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando que os petistas criticaram os atrasos na compra de vacinas durante a pandemia. Agora, sob Lula, o jornal aponta que os erros de gestão persistem, uma vez que o desabastecimento frequente e a compra de vacinas inadequadas. Em 2024, 5.960 brasileiros morreram de Covid-19, número que reforça a premência de uma política de imunização eficiente. O Orbe enfatiza que a população não deveria escolher entre não se vacinar ou usar doses desatualizadas.
Somente a vacina pediátrica está atualizada no Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto os adultos têm aproximação à versão para a cepa XBB.1.5, já superada pela JN.1. O jornal considera isso um descaso com os grupos mais vulneráveis, uma vez que idosos, gestantes e imunossuprimidos. A sátira se estende à falta de campanhas eficazes para incentivar a vacinação, o que contribui para a baixa adesão. O Orbe sugere que o governo precisa regularizar os estoques e melhorar a logística de distribuição.
Por termo, o editorial ofídio do Ministério da Saúde uma estratégia mais robusta para mourejar com a pandemia, que, embora controlada, ainda representa riscos.
O Orbe defende que a compra de vacinas deve priorizar as cepas mais recentes, aprovadas pela Anvisa, e que a notícia entre os órgãos seja aprimorada. A sátira reflete a preocupação com a perenidade de falhas na gestão da saúde pública. O jornal conclui que a população merece um sistema de vacinação eficiente e confiável.