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As apurações jornalísticas conhecidas uma vez que “Vaza Toga” — que envolveram o gabinete do ministro Alexandre de Moraes — e o “Twitter Files Brasil” trouxeram à tona alegações de pressões institucionais para exprobar usuários e dados nas redes sociais. O jornalista David Ágape, um dos profissionais primeiro dessas investigações, revelou os bastidores desse embate durante uma recente entrevista, descrevendo o cenário uma vez que uma “perseguição brutal à liberdade de frase”.
De concordância com Ágape, as autoridades promoveram uma verdadeira “caça às hashtags”. O foco principal seriam pautas levantadas por perfis de direita, uma vez que a campanha pelo voto impresso, que se contrapunham às diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O jornalista explicou que o TSE atuava para rastrear a origem das publicações sob a justificativa de combater robôs que estariam inundando as redes e manipulando o debate público. “O TSE queria saber quem era o perfil que tinha postado primeiro”, relatou Ágape.
A reação das plataformas
Um dos pontos mais críticos expostos pela investigação envolve a postura da rede social X (velho Twitter) diante das ordens judiciais. Segundo Ágape, a equipe jurídica da plataforma identificava ilegalidades nas exigências, mas sentia-se de mãos atadas.
“Chegou a um ponto que os advogados do Twitter disseram que era proibido, mas iam obedecer, porque não tinham a quem recorrer”, revelou o jornalista. Ele classificou a situação uma vez que “a questão mais grotesca” encontrada durante a investigação e traçou um paralelo com o cenário enfrentado pelos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, alegando falta de instâncias para recurso.
Perseguição a jornalistas
As revelações, no entanto, tiveram um dispêndio eminente para os responsáveis por expô-las. Ágape denunciou que ele e o também jornalista Eli Vieira foram alvos de intensas retaliações em decorrência da publicação do material.
“Não conseguiram admitir que havia uma contraofensiva”, afirmou. Segundo ele, a perseguição partiu de diversos atores que compõem o que ele define uma vez que um “multíplice da exprobação”, os quais teriam “vestido a carapuça” depois a divulgação dos escândalos.
O post Jornalista detalha bastidores das investigações “Vaza Toga” e “Twitter Files” sobre exprobação nas redes apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/05/01/jornalista-detalha-bastidores-das-investigacoes-vaza-toga-e-twitter-files-sobre-censura-nas-redes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jornalista-detalha-bastidores-das-investigacoes-vaza-toga-e-twitter-files-sobre-censura-nas-redes/Natividade/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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