EUA avisam Galípolo sobre CV e PCC e ampliam pressão apesar da resistência do governo Lula
Os Estados Unidos avisaram o presidente do Banco Mediano, Gabriel Galípolo, que pretendem continuar na classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) uma vez que organizações terroristas, mesmo diante da resistência do governo Lula. A sinalização ocorreu em reunião com autoridades norte-americanas, segundo relatos divulgados nesta semana.
De consonância com o entendimento apresentado por integrantes do governo Donald Trump, a novidade classificação abriria espaço para medidas mais duras de bloqueio financeiro contra as facções. Entre os efeitos citados estão o refrigeração subitâneo de ativos em território norte-americano e a proibição de qualquer suporte material por pessoas ou entidades sob jurisdição dos EUA.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos sustenta que CV e PCC movimentam grandes quantias por meio de esquemas de lavagem de numerário. Com isso, a mudança de enquadramento buscaria dificultar o aproximação dessas organizações ao sistema bancário internacional e ampliar a capacidade de rastrear recursos ligados ao violação organizado.
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No Brasil, porém, o tema enfrenta resistência. O governo brasiliano já havia rejeitado anteriormente pedido semelhante das autoridades americanas, sob o argumento de que a legislação vernáculo trata terrorismo de forma mais restrita e não enquadra facções criminosas comuns nessa definição. Em 2025, integrantes da dimensão de segurança pública afirmaram que PCC e CV devem ser enfrentados uma vez que organizações criminosas, e não uma vez que grupos terroristas.
A preocupação de integrantes do governo Lula é que uma eventual mudança de posição de Washington gere efeitos diplomáticos, jurídicos e financeiros com impacto sobre o Brasil. Entre os receios levantados por autoridades brasileiras está o risco de aumento da pressão externa sobre temas de soberania e segurança pública, além de possíveis reflexos indiretos no envolvente institucional.
Enquanto os Estados Unidos defendem uma estratégia de asfixia financeira para enfraquecer as facções, o Ministério da Justiça brasiliano mantém a risco de substanciar a cooperação policial e o combate interno ao violação organizado dentro dos marcos legais já existentes.
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