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A cena do orgia do rei Herodes incluída na Paixão de Cristo de Gravatá, no interno de Pernambuco, revoltou moradores da cidade.
Atores seminus, com unicamente pedaço de tecido tampando as partes íntimas, fizeram dança erótica em cima do palco, gerando críticas sobre o excesso de erotismo na Semana Santa.
“É triste ver um momento tão sagrado porquê a Paixão de Cristo sendo tratado com desrespeito”, disse uma moradora, nas redes sociais. “É até mal-parecido as crianças verem isso. Se botar um pole dance, vira um puteiro”, disparou outro. “Término dos tempos”, resumiu um observação.
O espetáculo “Nossa Paixão – A Luz do Mundo” foi realizado pelo Instituto Cultural e Ecológico Terreno Áspero (Icetag), com pedestal da Prefeitura de Gravatá.
Diante da polêmica, o Icetag divulgou uma nota de repúdio às críticas a qual diz que “a Paixão de Cristo é um espetáculo construído com profundo saudação à narrativa bíblica, que norteia toda a obra do início ao termo”.
“Cada cena apresentada faz secção de um contexto maior, pensado de forma cuidadosa para transmitir a mensagem da Paixão em sua totalidade. Nenhum elemento é inserido de forma isolada ou fora desse propósito”, pontuou.
O Icetag recebeu R$ 377 milénio da Secretaria Municipal de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer de Gravatá, em 2025, para realização do espetáculo “A Nossa Paixão”, na Semana Santa.
Em 2026, a encenação também contou com o pedestal da prefeitura da cidade, de conciliação com o próprio órgão, mas o contrato com o instituto ainda não foi divulgado.








