O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco (SP), contraiu uma dívida de aproximadamente R$ 250 milénio para fazer sua resguardo junto ao Supremo Tribunal Federalista (STF).
O padre foi investigado no interrogatório que apurava a suposta trama golpista em seguida as eleições de 2022. Ele foi indiciado pela Polícia Federalista em novembro de 2024, suspeito de integrar o chamado núcleo jurídico que teria assessorado a elaboração de minutas de decretos. Apesar do indiciamento, a Procuradoria-Universal da República não o incluiu na denúncia.
O ministro Alexandre de Moraes formalizou o arquivamento definitivo da investigação contra o religioso em março de 2026, confirmando que não havia elementos para prosseguimento do caso. Mesmo em seguida o arquivamento, o padre obviamente permaneceu com a dívida contraída durante o período de investigação e procura e inquietação.
Foi quando entrou em cena o deputado Nikolas Ferreira, que divulgou em suas redes sociais uma ‘vakinha’ com o objetivo de recepcionar recursos para remunerar a conta que o padre teve que fazer.
A meta foi atingida. O padre está salvo.
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