Índice fica inferior de 30% e sinaliza reversão posteriormente período de poderoso crise econômica
A Argentina registrou uma queda expressiva na taxa de pobreza, alcançando o menor nível dos últimos anos, segundo dados oficiais divulgados pelo Instituto Vernáculo de Estatísticas e Censos (Indec). O indicador ficou inferior de 30%, marcando uma mudança relevante no cenário social do país.
No segundo semestre de 2025, o índice foi estimado em muro de 28,2% da população — o patamar mais insignificante desde 2018. O resultado reforça uma trajetória de melhora contínua ao longo do ano.
Queda já vinha sendo observada ao longo de 2025
Os dados indicam que o recuo não ocorreu de forma isolada. No primeiro semestre de 2025, a taxa de pobreza estava em 31,6%, o que já apontava uma tendência de redução posteriormente os níveis mais elevados registrados em 2024.
Ao longo do ano, a subtracção acumulada somou vários pontos percentuais, consolidando um movimento de queda consistente depois do pico observado no início do governo de Javier Milei. Naquele momento, o índice chegou a ultrapassar 50%, refletindo os impactos iniciais das medidas de ajuste econômico.
Inflação menor e atividade econômica impulsionam melhora
A redução da pobreza acompanha mudanças importantes na economia argentina. A desaceleração da inflação, aliada ao progresso da atividade econômica, contribuiu diretamente para a melhora dos indicadores sociais.
Dados oficiais também apontam que a recomposição de renda e a estabilização de preços foram fatores determinantes para a queda do índice ao longo de 2025.
Verificação com anos anteriores evidencia reversão de tendência
O cenário atual representa uma inflexão em relação aos anos anteriores. Em 2023, antes da mudança de governo, a taxa de pobreza superava os 40%, evidenciando um processo de deterioração reunido.
Com a novidade política econômica, os números passaram a indicar recuperação, revertendo secção das perdas registradas ao longo da crise.
Desafios persistem apesar da melhora
Apesar do progresso, os dados mostram que uma parcela significativa da população ainda vive em condições de vulnerabilidade. Milhões de argentinos continuam inferior da traço de pobreza, enquanto a indigência permanece presente — ainda que também tenha apresentado queda.
Assim, embora o indicador sinalize progresso consistente, o país ainda está distante de níveis considerados baixos em conferência com padrões internacionais.
Retorno a patamares pré-crise
Historicamente, a última vez que a Argentina registrou índices semelhantes foi em 2018, antes da sequência de crises econômicas que elevaram a pobreza nos anos seguintes.
O resultado mais recente, portanto, indica uma retomada a níveis anteriores ao agravamento da crise, reforçando a mudança de direção no quadro social do país.
Veja também
Argentina
https://www.contrafatos.com.br/argentina-reduz-pobreza-para-menor-nivel-em-anos-e-consolida-recuperacao-social//Natividade/Créditos -> INFOMONEY









