Uma pesquisa AtlasIntel publicada na quarta-feira (1º) aponta que PL e PT estão tecnicamente empatados na lista de preferência partidária dos eleitores.
A legenda de Jair Bolsonaro aparece com 27%, enquanto a {sigla} de Lula marca 25,4%. Juntas, as duas siglas concentram 52,4% das preferências declaradas pelos entrevistados.
Já 23,7% dos eleitores brasileiros disseram não ter nenhum partido preposto, o maior índice só do levantamento.
O PSOL aparece em terceiro lugar no ranking, seguido pelo Partido Missão, legenda do Movimento Brasil Livre (MBL), e que foi lançada em 2025. Depois, aparece o Novo.
A sondagem se baseia nas respostas de 4.224 eleitores entrevistados pela internet, entre 16 e 23 de março.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de crédito de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-06058/2026.
O empate técnico entre PL e PT na preferência partidária é mais um indicativo de que a disputa presidencial deve ser polarizada entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), que aparecem também empatados nas simulações de primeiro e segundo vez.
A interdependência entre fidelidade partidária e intenção de voto presidencial confirma que o sufragista que declara preferência por uma legenda tende a concentrar seu voto no candidato que ela lançar.
Quanto ao ranking, a ingresso do Partido Missão na listagem, logo posteriormente o Psol, é um oferecido a considerar em torno da eleição de outubro. A {sigla} foi fundada em 2025 com base na estrutura do Movimento Brasil Livre e já projeta o cofundador Renan Santos uma vez que pré-candidato à Presidência.
A presença no ‘top 5’ da preferência, ao lado de partidos com décadas de existência, indica penetração real entre o eleitorado, principalmente jovem. Já o Novo, historicamente voltado ao eleitorado liberal-conservador de renda mais subida, mantém espaço no ranking mesmo sem candidato presidencial definido.
O partido tem articulado coligação com o campo bolsonarista para as eleições de outubro, aproximando-se do grupo em torno de Flávio Bolsonaro e do senador Sergio Moro.
A tendência é de que o Planalto possa, certamente, conta com Romeu Zema, governador licenciado de Minas Gerais, na disputa pela sucessão presidencial.
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