Ordem que restringe drones perto da moradia do ex-presidente apresenta falhas de revisão
Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, chamou atenção por moderar erros de português. O despacho trata da proibição de sobrevoo de drones nas proximidades da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Erros aparecem já nas primeiras páginas
Entre as falhas identificadas no documento, está a data registrada de forma incorreta porquê 24/3/3026, em vez de 2026.
Também foi assinalado erro de concordância na frase “Aeronaves Remotamente Pilotada-RPA”, que deveria estar no plural.
Outro ponto evidenciado envolve o uso inadequado do verbo “regulamentar”, que aparece no infinitivo quando deveria estar conjugado. Aliás, há troca de palavras, porquê “contesto” no lugar de “contexto”.
Problemas adicionais de formatação
Além dos erros mais evidentes, análises indicam inconsistências porquê escassez de padronização em siglas e falhas de espaçamento ao longo do texto.
Esses problemas foram apontados porquê indícios de lapso na revisão do documento e de um nível de aprimoramento aquém do esperado para decisões judiciais.
Caso anterior já havia gerado críticas
Não é a primeira vez que decisões do ministro apresentam esse tipo de problema. Em julho do ano pretérito, em outro despacho envolvendo Bolsonaro, Moraes escreveu:
“Porquê diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!”
Nesse caso, o uso de “mais” — que indica soma — foi considerado incorreto no contexto, em que o adequado seria “mas”, conjunção adversativa.
Outros pontos gramaticais questionados
Na mesma decisão anterior, também foi assinalado uso inadequado de crase em trecho que menciona atuação de Eduardo Nantes Bolsonaro em obséquio de Jair Bolsonaro.
A norma da língua portuguesa não prevê crase antes de palavras masculinas, o que gerou críticas adicionais ao texto.
Repercussão envolve qualidade de documentos oficiais
Os episódios reacendem discussões sobre o desvelo na elaboração de decisões judiciais, mormente em casos de grande visibilidade.
Erros desse tipo, embora não alterem necessariamente o teor jurídico, acabam gerando repercussão pública e questionamentos sobre o padrão de revisão em documentos oficiais.As informações são da Revista Oeste.
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Bolsonaro,Supremo
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