Mobilização ocorre em Cubatão e contesta exigência considerada irregular pela categoria
Uma paralisação de 24 horas será realizada nesta quarta-feira (25) por caminhoneiros autônomos que atuam no Porto de Santos. O movimento foi organizado pelo Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas a Granel de Santos, Guarujá e Cubatão (Sindgran) e terá porquê ponto medial o Recinto Regulador de Cubatão.
Protesto mira cobrança pelo uso de pátios reguladores
A sintoma é motivada pela cobrança para utilização dos pátios reguladores na região portuária. Segundo o Sindgran, essa exigência tem sido imposta porquê quesito para que os caminhoneiros possam acessar as operações no porto.
De tratado com a entidade, os profissionais afetados são principalmente aqueles envolvidos no transporte de grãos destinados à exportação, atividade precípuo para o escoamento da produção agrícola.
Sindicato questiona legitimidade da prática
O sindicato sustenta que a cobrança não encontra respaldo nas normas que regem o sistema portuário. Conforme o posicionamento solene, não existe previsão normativa que obrigue os transportadores autônomos a arcar com esse tipo de dispêndio para desempenhar suas funções.
Sintoma será pacífica e sem bloqueios
Em nota solene, o Sindgran destacou que o ato foi planejado para ocorrer de forma organizada e sem interrupção de vias públicas.
“A presente sintoma terá caráter pacífico, ordeiro e sem intenção de bloqueio de vias públicas, destinando-se à resguardo dos direitos e interesses da categoria, muito porquê à procura de adequação das práticas operacionais às normas vigentes” – diz expedido divulgado pelo Sindgran e assinado pelo presidente da entidade, José Cavalcanti de Andrade.
Orientações aos motoristas durante o ato
A entidade informou ainda que orientará os caminhoneiros a manterem uma postura colaborativa ao longo da paralisação. Entre as recomendações estão o saudação às autoridades e a atenção às normas de segurança durante toda a mobilização.
Sindicato mantém brecha para negociação
Apesar do protesto, o Sindgran afirma que permanece disposto a dialogar com as autoridades e demais envolvidos. O objetivo, segundo a entidade, é encontrar uma solução para o impasse relacionado à cobrança pelo uso dos pátios reguladores.
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