Ministro diz que tribunal enfrenta “ataques movidos por ódio” e cita decisões em áreas porquê pandemia, meio envolvente e direitos indígenas
O ministro Flávio Dino, integrante do Supremo Tribunal Federalista (STF), declarou nesta quarta-feira, 11, que o tribunal costuma tomar decisões corretas com muito mais frequência do que cometer erros. Ao comentar o cenário de críticas dirigidas à Golpe, o magistrado afirmou que o STF tem sido cândido de ofensivas que, segundo ele, são motivadas por sentimentos de hostilidade.
Durante sua revelação, Dino afirmou que o tribunal “acerta muito mais do que erra” e avaliou que secção das críticas direcionadas ao STF surge de “ataques movidos por ódio”.
Decisões do STF em temas sensíveis foram citadas porquê exemplos
Para sustentar sua avaliação sobre a atuação do tribunal, o ministro mencionou decisões tomadas em áreas consideradas relevantes para o país. Entre os exemplos apresentados estão julgamentos envolvendo emendas parlamentares, direitos indígenas, proteção ao meio envolvente, além de medidas relacionadas ao enfrentamento da pandemia da covid-19.
Segundo Dino, essas deliberações também estariam ligadas àquilo que ele classificou porquê “resguardo da democracia”, argumento usado para ilustrar o papel institucional da Golpe em momentos de tensão política e social.
Atuação de Alexandre de Moraes também foi mencionada
Ao comentar ações do Supremo, o ministro citou ainda o colega Alexandre de Moraes. Dino mencionou operações que teriam sido autorizadas pelo magistrado contra organizações criminosas no Rio de Janeiro, apontando o incidente porquê exemplo de atuação do tribunal no combate a atividades ilegais.
Dino afirma que críticas podem misturar erros e questionamentos legítimos
Durante sua fala, o ministro argumentou que as críticas direcionadas ao Supremo nem sempre se baseiam somente em divergências jurídicas. Para ele, alguns ataques estariam ligados a ressentimentos e interesses diversos.
“As virtudes do STF explicam muitos ataques, movidos a vinganças, ódios e interesses”, disse Dino.
Interesses políticos e econômicos também estariam por trás das críticas
De entendimento com o ministro, existem grupos — tanto dentro do Estado quanto no mercado — que teriam interesse em transferir o foco de suas próprias responsabilidades. Na visão de Dino, essas pessoas tentariam desviar a atenção de seus próprios “crimes e erros” por meio de críticas à Golpe.
Ele também afirmou que, em muitos casos, questionamentos legítimos sobre decisões do tribunal acabam sendo misturados com informações equivocadas.
Segundo o magistrado, secção das críticas repete “equívocos repetidos à exaustão, porquê se verdades fossem”, o que, na avaliação dele, contribui para ampliar a percepção negativa sobre o Supremo.
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Flávio Dino,STF,Supremo
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