O clima esquentou nos corredores do Congresso Pátrio em seguida a revelação de que Fábio Luís Lula da Silva, publicado uma vez que Lulinha, está em plena ofensiva jurídica e política para evitar o banco dos depoentes na Percentagem Parlamentar Mista de Questionário (CPMI) do INSS. Ao mesmo tempo, o fruto do presidente trava uma guerra silenciosa para anular uma dívida que ultrapassa a marca dos R$ 10 milhões.
A convocação de Lulinha se tornou um dos principais objetivos da oposição na percentagem, que investiga supostas irregularidades, favorecimentos e gargalos nos contratos ligados ao sistema previdenciário e empresas de tecnologia.
A Manobra para Evadir da CPMI
Para a base oposicionista, o prova de Fábio Luís é peça-chave para desvendar conexões empresariais suspeitas. No entanto, a resguardo do empresário tem se movimentado intensamente, utilizando-se de recursos e brechas regimentais para blindá-lo.
A estratégia é clara: qualificar a convocação uma vez que “perseguição política” e tentar barrar o prova através de medidas judiciais, esvaziando a pressão dos parlamentares que exigem transparência.
“É o velho roteiro de quem tem um pouco a esconder. Quando a chuva bate no pescoço, fogem da percentagem e correm para o pescoço do Judiciário em procura de proteção”, disparou um dos parlamentares membros da CPMI.
A Dívida Milionária em Jogo
Porquê se não bastasse a pressão no Legislativo, Lulinha enfrenta um fantasma financeiro de proporções gigantescas. Nos bastidores, corre a tentativa de sua resguardo de se livrar de um débito de R$ 10 milhões. A cobrança, atrelada a imbróglios fiscais e empresariais de suas companhias, vem sendo meta de contestações sistemáticas.
Críticos apontam que o atual cenário político, com o PT de volta ao poder, estaria criando um envolvente “favorável” para que multas e dívidas do pretérito envolvendo a família presidencial sejam revistas ou simplesmente engavetadas.
Reação e Indignação
O duplo movimento — fugir da CPMI e tentar extinguir a dívida — gerou uma vaga de indignação nas redes sociais e na renque conservadora da Câmara e do Senado. O incidente reforça o oração de que existe uma justiça seletiva no Brasil, onde aliados do poder contam com “rotas de fuga” institucionais enquanto a população geral cofre com o peso da lei e dos impostos.
A oposição promete obstruir a tarifa e aumentar o tom até que Lulinha seja obrigado a prestar esclarecimentos públicos.
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