O desembargador Magid Nauef Láuar, integrante da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), foi denunciado de doesto sexual por um sobrinho e uma ex-funcionária, conforme denúncias repercutidas em 23 de fevereiro de 2026.
Magid Láuar é o mesmo magistrado que, pouco tempo antes, relatou e votou pela perdão de um varão de 35 anos, sentenciado em primeira instância por estupro de vulnerável contra uma moçoila de 12 anos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.
Em fevereiro de 2026, a 9ª Câmara Criminal do TJMG, sob relatoria de Magid Láuar, absolveu um varão denunciado de estuprar uma moçoila de 12 anos. O desembargador alegou que o relacionamento era “consensual”, havia “vínculo afetivo” e aprovação dos pais, não reconhecendo violência ou filtração, apesar da vítima ter menos de 14 anos (o que configura estupro de vulnerável no Brasil).
Posteriormente a repercussão do caso, surgiram denúncias contra o desembargador Magid Nauef Láuar. Um sobrinho relatou tentativa de doesto sexual quando tinha 14 anos, e uma ex-funcionária também relatou abusos, informando que a ação só não se consumou porque ela fugiu.
Parecer Pátrio de Justiça (CNJ), através do corregedor Mauro Campbell, abriu um pedido de providências para investigar a conduta do desembargador e exigiu esclarecimentos do TJMG em até 5 dias.
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