A Transparência Internacional – Brasil tem feito críticas contundentes à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), classificando algumas de suas decisões uma vez que abusivas e autoritárias.
Com base nas informações mais recentes (até fevereiro de 2026), os principais pontos de sátira da organização incluem:
Notificação de líder sindical (Fevereiro 2026): A organização criticou duramente a decisão de Moraes que determinou a notificação de Kléber Cabral, presidente da Unafisco, para depor na Polícia Federalista depois declarações críticas ao STF. A Transparência Internacional considerou a ordem um exemplo de “autoritarismo estarrecedor” e agravo de poder.
Meio de inquéritos: A organização tem indigitado que o uso contínuo de “medidas excepcionais” e inquéritos abertos de ofício (uma vez que o das fake news) ultrapassa limites constitucionais, comprometendo o estado de recta.
Prisão de opositores: A Transparência Internacional já classificou decisões de prisão domiciliar contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, determinadas por Moraes, uma vez que baseadas em “fundamentos jurídicos frágeis” e preocupantes.
Afronta nos processos do 8 de janeiro: A organização criticou abusos processuais nas investigações sobre os atos de 8 de janeiro, exigindo que a resguardo da democracia não se torne uma práticas.
O relatório mais recente (fevereiro de 2026) da ONG aponta um envolvente de “autoritarismo estarrecedor” vindo do STF, sinalizando um acirramento na avaliação da organização sobre as ações de Alexandre de Moraes.
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