Conversas ocorreram longe do público antes da exórdio solene do Ano Judiciário de 2026
Antes da cerimônia que marcou a exórdio do Ano Judiciário de 2026, ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF), integrantes do governo federalista e lideranças do Congresso Vernáculo participaram de uma reunião fechada. O encontro, realizado sem aproximação do público, antecedeu a solenidade solene e chamou atenção pelo perfil dos participantes e pelo teor das interações. As informações foram divulgadas pelo jornal O Orbe.
A conversa ocorreu na chamada “sala das togas”, espaço reservado onde os magistrados se preparam para as sessões da Namoro, vestindo as tradicionais capas de cetim. O grupo permaneceu reunido por murado de 20 minutos, em clima reservado e sem registros oficiais.
Presença de Lula, ministros e cúpula do Legislativo
De convenção com O Orbe, participaram da reunião o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, além de nomes centrais do Legislativo, porquê o senador Davi Alcolumbre e o deputado Hugo Motta.
Também estiveram presentes a ministra Gleisi Hoffmann, o publicitário Sidônio Palmeira, o advogado-geral da União Jorge Messias, além do anfitrião, o presidente do STF Edson Fachin, escoltado de outros ministros da Namoro.
O ministro Luiz Fux não participou do encontro por motivos de saúde, depois diagnóstico de pneumonia.
Bastidores revelam conversas paralelas e atenção peculiar
A movimentação no interno da sala despertou curiosidade por conta das interações observadas. Edson Fachin e Dias Toffoli foram os primeiros a chegar. O presidente Lula cumprimentou e conversou com todos os magistrados, mas dedicou atenção mais prolongada à ministra Cármen Lúcia e ao próprio Fachin.
Pouco depois, o presidente do STF anunciou Cármen Lúcia porquê relatora de uma proposta de novo código de conduta para a Namoro, tema que já vinha gerando debates internos.
Enquanto isso, em um ponto mais longínquo da sala, o ministro Alexandre de Moraes conduziu uma conversa reservada com Davi Alcolumbre, em tom modesto e longe do restante dos presentes.
Relatoria confirmada, mas proposta enfrenta resistências
Durante a solenidade solene, Fachin confirmou a escolha de Cármen Lúcia porquê relatora do projeto de código de moral do STF. Em seu exposição, o presidente da Namoro destacou que a iniciativa seguirá adiante apesar de resistências internas e pressões externas.
Segundo ele, a proposta tem porquê objetivo fortalecer a legitimidade institucional do tribunal e ampliar a segurança jurídica oferecida à sociedade.
“O que nos une não é a concordância em todas as questões, demais o todo não se confunde com a secção”, afirmou o ministro. “O que nos une é o compromisso com a instituição.”
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