Uso intenso da internet, pressa e crédito excessiva ampliam riscos nos extremos de idade
Embora idosos ainda apareçam proporcionalmente porquê as maiores vítimas de golpes digitais, os jovens vêm ganhando espaço entre os principais alvos de criminosos virtuais. Para o representante Paulo Barbosa, da DCCiber, setor especializado da Polícia Social de São Paulo, a explicação está menos na idade e mais na forma porquê as pessoas lidam com a tecnologia no dia a dia.
Segundo ele, a rotina do dedo automatizada cria o envolvente ideal para fraudes. “As pessoas fazem tudo no automático, e o transgressão se aproveita disso”, afirma o representante.
Jovens hiperconectados e mais expostos
No caso dos jovens, a vulnerabilidade está ligada à presença ordenado no envolvente online. Compras, trabalho, estudos, relacionamentos e serviços bancários acontecem quase exclusivamente pela internet. “Se tirar a internet do jovem, ele não vive”, observa Barbosa.
Essa exposição contínua amplia as chances de contato com mensagens falsas, links maliciosos e golpes cada vez mais sofisticados, tornando esse público meta frequente de ataques digitais.
Idosos ainda caem mais proporcionalmente
Entre os idosos, o fator preponderante é a menor intimidade com aplicativos, redes sociais e sistemas bancários digitais. Muitos ainda priorizam o atendimento presencial, mas, quando utilizam meios online, tendem a encarregar excessivamente em mensagens que simulam situações emergenciais.
“Proporcionalmente, o idoso ainda cai mais”, destaca o representante, ao explicar que esse grupo costuma reagir com rapidez diante de pedidos urgentes, sem verificar a verdade das informações.
Golpes exploram emoção, susto e pressa
Para ilustrar, Barbosa cita situações comuns investigadas pela polícia, porquê o golpe do falso pedido de ajuda no WhatsApp. “A pessoa vê a foto do rebento, lê a mensagem e faz o Pix sem vincular para confirmar”, relata.
Esse tipo de reação automática, geralmente motivada por susto, pressa ou emoção, é a base da chamada engenharia social, técnica que manipula sentimentos para induzir decisões rápidas e sem checagem.
“Falta parar, pensar e hesitar”, resume o representante. Ele ressalta que a vulnerabilidade não está restrita a uma filete etária específica, mas surge sempre que o usuário age no impulso, sem confirmar dados básicos.
Cuidados simples reduzem o risco de fraude
Para evitar tombar em golpes, a orientação é manter a calma e confirmar informações antes de qualquer pagamento via Pix ou fornecimento de dados bancários. Em situações em que familiares ou conhecidos solicitam quantia, a recomendação é hesitar e buscar contato direto, seja por relação telefônica ou conversa presencial, sempre que verosímil, antes de realizar qualquer transação.
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