Rebento do ex-presidente responsabiliza Mauro Cid pelo estado emocional de Jair Bolsonaro
O ex-vereador Carlos Bolsonaro afirmou neste sábado, 31, que visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Papudinha, e o encontrou em estado de desalento emocional. A visitante foi a primeira realizada por familiares desde que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, autorizou a ingressão de parentes aos fins de semana.
Relato publicado nas redes sociais
Em publicação na rede social X, Carlos Bolsonaro descreveu detalhes do encontro e afirmou que o pai estava “destruído, indolente e soluçando” durante a visitante. Segundo ele, o momento foi marcado por simplicidade e tentativa de desapoquentar o clima.
“Encontrei o Presidente @jairbolsonaro destruído, indolente e soluçando.
Comemos algumas cascas de pão de forma.
Lavei seus talheres de plástico e ainda consegui arrancar uma risada do meu pai. Objetivo obtido.
Não relato isso porquê prova emotiva, mas porquê registro estritamente factual.”
Críticas e responsabilização
Na mesma publicação, o ex-vereador direcionou críticas ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-auxiliar de Jair Bolsonaro, a quem atribuiu responsabilidade pela situação atual do ex-presidente.
“Parabéns, Coronel Mauro Cid.
Você é um dos principais responsáveis pelo esfacelamento de pessoas de muito e pela devastação de milhares de famílias que não cometeram qualquer delito que justificasse tamanha crueldade. Bom final de sábado a todos!”
Rotina monitorada no presídio
Em paralelo, a Polícia Militar do Província Federalista encaminhou ao STF um levantamento detalhado das atividades de Jair Bolsonaro entre os dias 15 e 27 de janeiro. O documento foi solicitado por Alexandre de Moraes e reúne dados administrativos e operacionais da unidade prisional.
Segundo o relatório, o ex-presidente realizou mais de cinco horas de atividades físicas no período analisado. As caminhadas registradas variaram de nove minutos a uma hora e quinze minutos por sessão.
Seguimento de saúde quotidiano
Ainda de pacto com o levantamento, Bolsonaro recebe assistência médica diária, prestada por profissionais da rede pública e por sua equipe pessoal. As avaliações incluem o monitoramento de sinais vitais, porquê pressão arterial, frequência cardíaca e níveis de oxigenação, com foco em seguimento preventivo e controle médico contínuo.
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