O tabuleiro da sucessão presidencial de 2026 ganhou uma peça inesperada e explosiva neste sábado (31). Aldo Rebelo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, lançou oficialmente sua pré-candidatura ao Planalto pelo partido Democracia Cristã (DC), e o fez com declarações que caíram porquê uma explosivo no pescoço da velha esquerda e do “consórcio”.
Publicado por seu nacionalismo ferrenho e por ter rompido com as pautas identitárias “woke”, Aldo não poupou palavras para desmontar a principal narrativa usada pelo sistema para perseguir a direita: a tal “minuta do golpe”.
“Eu teria feito”
Em entrevista à Folha, Aldo foi definitivo ao declarar que o documento encontrado com ex-assessores de Bolsonaro não constitui violação qualquer. “Minuta não é tentativa de golpe e eu teria feito porquê ministro”, disparou o pré-candidato, sugerindo que estudar cenários jurídicos, porquê a GLO (Garantia da Lei e da Ordem) ou o Estado de Sítio, faz secção das atribuições de quem governa e não configura ruptura institucional.
A fala desmoraliza o sindicância interminável que mantém presos o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Para Aldo, o tratamento oferecido ao Capitão é uma anormalidade se comparado a outros ex-presidentes. “O ex-presidente Collor, que é detentor de uma saúde muito mais inabalável do que a de Bolsonaro, alcançou rapidamente a prisão domiciliar. Isso é uma coisa completamente absurda. Você não sabe o que é propriamente justiça e o que é vingança”, denunciou.
Aproximação com o Bolsonarismo
Aldo, que já foi do PCdoB, explicou seu retraimento da esquerda atual, a qual acusa de ter trocado a resguardo do trabalhador pela “agenda da biologia” (raça e gênero), imposta pelo sistema financeiro, pela mídia e pelo Supremo Tribunal Federalista.
Buscando solidificar essa ponte com o eleitorado conservador, o pré-candidato fez um invitação ousado: chamou Fabio Wajngarten, ex-secretário de Notícia e jurisconsulto de Bolsonaro, para ser seu vice na placa. A união de um patriótico histórico com a lealdade bolsonarista promete dar dor de cabeça ao Palácio do Planalto.
Enquanto Lula aposta no exposição de “nós contra eles”, Aldo surge alertando que o petista entregou o país ao “refrigeração do poder econômico” e travou o desenvolvimento vernáculo em nome de uma ideologia ambientalista de vitrine. A corrida de 2026 acaba de permanecer muito mais interessante.
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