Veículos afirmam que promessas feitas ao longo de três anos não se traduziram em respostas institucionais
Portais da prelo negra, voltados à cobertura jornalística de temas raciais, tornaram pública uma missiva ensejo direcionada ao Ministério da Paridade Racial. No documento, os veículos relatam falta de diálogo, silêncio diante de demandas formais e falta de retorno institucional por secção da pasta.
A sintoma é assinada pelos portais Mundo Preto e Notícia Preta, que destacam que a iniciativa não tem porquê objetivo questionar a existência do ministério nem solicitar recursos financeiros.
Tentativas frustradas de interlocução
Segundo os portais, ao longo dos últimos três anos, houve sucessivas tentativas de aproximação com o ministério, sem qualquer progresso concreto. Entre os pontos citados estão pedidos de entrevista com a ministra Anielle Franco, envio de sugestões e relatórios que não receberam retorno e solicitações de posicionamento solene para reportagens jornalísticas que permaneceram sem resposta.
De conciliação com os signatários, o silêncio institucional compromete a relação entre o órgão público e veículos que atuam diretamente na produção de informação voltada à população negra.
Papel estratégico da mídia negra
A missiva ressalta que a formulação de políticas públicas efetivas depende de escuta ativa e permanente.
“A construção de políticas públicas eficazes exige escuta permanente da sociedade social organizada, principalmente de quem atua diretamente na produção de informação para a população que o próprio ministério procura simbolizar”
No texto, os portais reforçam que a mídia negra independente não deve ser vista unicamente porquê provável beneficiária de políticas públicas, mas porquê agente fundamental no processo. Eles se definem porquê
“parceira estratégica, formuladora de conhecimento, conduto de escuta social e ponte entre Estado e território”.
Alerta sobre impactos institucionais
Na secção final do documento, os veículos alertam para os efeitos da falta de interlocução. Segundo a avaliação apresentada, a falta de diálogo compromete não unicamente a relação com a prelo especializada, mas também os próprios objetivos institucionais da pasta.
“Sem diálogo, perde o ministério e enfraquece-se o próprio projeto de informação antirracista que o governo propõe edificar”.
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