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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve uma crise enquanto dormia, caiu da leito e bateu a cabeça em um traste, disse a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro hoje, em seguida visitá-lo na prisão na Superintendência da Polícia Federalista em Brasília.
O que aconteceu
Michelle não deu mais detalhes sobre do que foi a crise que Bolsonaro sofreu. No post, escreveu que aguarda informações do solicitador da PF para “saber uma vez que foram os primeiros socorros”. “Porquê o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para a minha visitante”, informou a ex-primeira-dama nas redes sociais. O UOL procurou a PF e a resguardo de Bolsonaro e aguarda um posicionamento.
Médico diz que Bolsonaro teve um “traumatismo cranioencefálico ligeiro”. Claudio Birolini afirmou que Brasil Caiado, outro médico pessoal do ex-presidente, irá avaliá-lo clinicamente e definir sobre a premência de exames complementares.
“Alertamos quanto a esse risco [de queda]”, declarou o médico Birolini ao UOL. A resguardo do ex-presidente tem insistido no pedido de prisão domiciliar, porém o ministro do STF Alexandre de Moraes tem rejeitado.
Um dos médicos que operou Bolsonaro esteve na PF nesta manhã. Brasil Caiado chegou pouco antes das 11 horas. Momentos antes, Michelle saiu do prédio falando ao telefone. Depois, os dois se reuniram no carruagem da ex-primeira-dama —a conversa foi rápida, e ambos entraram no prédio da Polícia Federalista.
O médico visitante Bolsonaro todo dia. Caiado ficou em Brasília sem data para voltar depois da cirurgia realizada no ex-presidente no dia de Natal. Bolsonaro recebeu subida do hospital no dia 1º em seguida operar uma hérnia inguinal bilateral e também passar por procedimentos para tratar as crises de soluço.
Michelle ficou mais de duas horas na PF. O carruagem dela atravessou a guarita às 8h58. O horário de visitante acaba 11 horas, e ela permanecia no sítio em seguida levante limite.
Essa é a primeira visitante do ano de Michelle ao marido. O ex-presidente está recluso desde novembro em uma cubículo na Superintendência da PF.
UOL








