Governo Lula já nomeou 4.417 novos cargos comissionados
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Desde janeiro de 2023, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criou 4.417 novos cargos comissionados. O número é três vezes maior que o registrado nos três primeiros anos do governo Jair Bolsonaro (PL), que somou 1.183 novas nomeações desse tipo entre 2019 e 2021.
Os dados são do Farol da Oposição, instituto ligado ao PSDB, com base em informações oficiais do Quadro Estatístico de Pessoal do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI).
Enquanto o número de cargos comissionados permaneceu fixo nos três primeiros anos da gestão Bolsonaro, o salto ocorreu exclusivamente em 2022, com a geração de 13.421 novos cargos — movimento pontual em confrontação ao propagação contínuo sob Lula.
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Cargos comissionados: confrontação entre Lula e Bolsonaro
Gestão Bolsonaro
- 2019: 31.379
- 2020: 32.224
- 2021: 32.932
- 2022: 46.353
Gestão Lula
- 2023: 47.726
- 2024: 49.420
- 2025: 50.770
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A maior expansão se deu na governo direta federalista, com aumento de 23,1 milénio cargos (em 2022) para 26,9 milénio (em 2025) — subida de 16,4%. Já nas autarquias, o totalidade subiu de 16,5 milénio para 17,5 milénio. Em contrapartida, as fundações federais registraram queda de 6,8 milénio para 6,3 milénio cargos comissionados.
Governo justifica propagação com reorganização
Em nota, o Ministério da Gestão afirmou que o propagação de cargos se deve à reorganização ministerial promovida desde a transição, que aumentou o número de ministérios de 23 para 39. Segundo a pasta, a expansão foi feita com cargos já existentes, sem impacto orçamentário direto.
O ministério alegou ainda que 80% dos cargos comissionados são ocupados por servidores efetivos, enquanto os demais 20% são destinados a profissionais externos. A pasta também informou que há uma meta de preencher 30% dos cargos com pessoas negras.
Projeto de reorganização de carreiras pode elogiar gastos
Além dos novos cargos, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 prevê R$ 350,4 bilhões em despesas com pessoal. O governo enviou ao Congresso uma proposta que inclui:
- Renovação de cargos na espaço da cultura;
- Geração de uma curso de suporte administrativo no Executivo;
- Geração de 8.600 cargos efetivos para universidades federais;
- Formalização de acordos salariais firmados em 2025.
No totalidade, a proposta atinge murado de 200 milénio servidores, ativos e aposentados, com dispêndio estimado de R$ 4,2 bilhões em um ano. Isso representa aproximadamente 1,2% do orçamento totalidade talhado ao funcionalismo em 2026.
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