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O Tropa abriu procedimento administrativo para cassar o porte de armas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos oficiais generais condenados e presos por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.
Segundo apurou a CNN Brasil, o procedimento está a missão do SFPC (Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados) da 11ª Região Militar.
Essa região é responsável pela fiscalização de armamentos, munições e produtos controlados no Região Federalista, em Goiás, Tocantins e no Triângulo Mineiro.
Cabe ao SFPC determinar se os condenados ainda atendem aos requisitos legais para manter o porte de arma, conforme previsto no Regimento do Desarmamento e em normas internas das Forças Armadas.
A estudo leva em conta critérios uma vez que idoneidade moral, antecedentes criminais e o cumprimento da legislação vigente. A CNN Brasil entrou em contato com o Tropa para saber quanto tempo deve porfiar o processo, mas até o momento não obteve retorno.
A medida ocorre posteriormente o STF (Supremo Tribunal Federalista) declarar o trânsito em julgado das condenações, encerrando definitivamente as possibilidades de recurso.
Embora o processo administrativo seja levado pelo Tropa, o eventual recolhimento das armas não é atribuição direta da Força.
Essa responsabilidade cabe à PF (Polícia Federalista), órgão encarregado de executar medidas relacionadas ao controle e inquietação de armamentos em casos determinados pela Justiça ou por autoridades competentes.








