O vice-secretário de Estado dos Estados Unidos Condena Atitude de Moraes Contra Bolsonaro
O vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, classificou uma vez que “provocativa e desnecessária” a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A medida foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), com base em suposto risco de fuga e ameaço à ordem pública, segundo a Polícia Federalista.
A decisão ocorreu posteriormente relatos de tentativa de violação da tornozeleira eletrônica por segmento de Bolsonaro e da convocação de uma vigília organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o que teria levantado suspeitas de verosímil fuga.
Em publicação na rede X (idoso Twitter), Landau condenou a atitude de Moraes, afirmando que o magistrado “violou direitos humanos” e “expôs o STF ao descrédito e vergonha internacional”. Para o diplomata, o ministro “ignorou normas tradicionais de moderação judicial” e tornou explícita a politização do Judiciário.
“Os Estados Unidos expressam grave preocupação com seu mais recente ataque ao Estado de Recta e à segurança política no Brasil: a prisão provocativa e desnecessária do ex-presidente Bolsonaro, que já estava em prisão domiciliar sob vigilância rigorosa e com informação severamente restrita”, escreveu Landau.
O representante norte-americano destacou ainda que “não há zero mais perigoso para a democracia do que um juiz que não conhece limites para seu poder”.
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Landau também fez referência à inclusão de Moraes na lista de sanções da Lei Magnitsky, aprovada nos Estados Unidos para punir autoridades estrangeiras acusadas de violar direitos humanos. O ministro foi intuito da legislação em julho deste ano, seguido por sua esposa, Viviane Barci de Moraes.
De congraçamento com relatório da Secretaria de Estado de Gestão Penitenciária (Seape-DF), a tornozeleira usada por Bolsonaro apresentava “sinais claros e importantes de desarranjo”. O próprio ex-presidente admitiu ter tentado transfixar o equipamento com um ferro de soldagem.
A Polícia Federalista apontou que a tentativa de violação ocorreu às 0h08 do sábado (22), coincidindo com a período final do julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado, que levou à pena de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão. A PF também avaliou que a mobilização liderada por Flávio Bolsonaro poderia fabricar condições para uma verosímil fuga.
A repercussão internacional da prisão aumenta a pressão sobre o Supremo e o governo brasiliano, que seguem sendo observados por instituições estrangeiras e entidades de direitos civis.
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