A Bahia tem 58,5% da população sem coleta de esgoto e registrou mais de 11 milénio internações por doenças relacionadas à falta de saneamento substancial em 2022.
Os dados mostram que a falta de esgoto, chuva potável e tratamento de esgoto são problemas sérios no estado, resultando em consequências graves para a saúde pública. A situação é alarmante, com 11,7% dos residentes da capital, Salvador, vivendo sem coleta de esgoto.
Estatísticas de saneamento na Bahia
Sem coleta de esgoto: 58,8% da população não tem chegada à coleta de esgoto, o que representa mais de 8 milhões de pessoas. Em 2022, 272.445,20 m³ de esgoto foram descartados sem tratamento.
Internações: Mais de 11 milénio internações por doenças de veiculação hídrica (porquê hepatite, gana e diarreia) foram registradas em 2022, com um dispêndio de mais de R$ 5 milhões para o SUS.
Óbitos: Houve 182 mortes por essas doenças em 2022.
Entrada à chuva potável: 20,3% dos baianos não têm chegada à chuva potável.
Situação em Salvador: Apesar de ter 98,8% de chegada à chuva potável, 11,7% da população ainda vive sem coleta de esgoto.
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