O ministro da Rancho, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira que a taxa de juros no Brasil vai inaugurar a tombar de maneira consistente e sustentável, dando espeque a uma melhora no resultado fiscal nominal, que impacta a dívida pública. Em seminário promovido pelo BTG Pactual, Haddad afirmou que o caminho para cortes na taxa básica de juros pelo Banco Mediano está sendo pavimentado por dados melhores de inflação e o fortalecimento do real, ressaltando que “as coisas vão melhorar muito a partir do ano que vem”. “Eu acho que o lucro vai inaugurar a tombar, e vai tombar, na minha opinião, de forma consistente, de forma sustentável. Logo esses números do (resultado) nominal vão se modificar, e eles vão se modificar para melhor, disse. O Banco Mediano decidiu semana passada manter a taxa Selic em 15% ao ano, maior patamar em duas décadas, e previu a manutenção dos juros nesse nível por período bastante prolongado, mencionando o tema fiscal uma vez que um dos pontos de atenção. O resultado nominal do setor público, que inclui gastos com juros da dívida pública, atualmente pressionados pela Selic elevada, ficou negativo em R$968,5 bilhões nos 12 meses encerrados em julho. No período, o gasto do governo com juros foi de R$941,2 bilhões, muito supra dos R$869,8 bilhões registrados um ano antes. (Reuters)
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