O assassínio do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, abriu uma disputa velada de protagonismo entre forças estaduais e federais. Nesta terça-feira (17), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL), agradeceu, mas recusou a ajuda oferecida pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e pelo diretor-geral da Polícia Federalista, Andrei Rodrigues, para investigar o caso.
Segundo Derrite, a Polícia Social paulista já identificou um dos envolvidos e pedirá a prisão temporária deles. “Todo o luxo do estado é 100% capaz de dar a resposta necessária. Em poucas horas, já qualificamos um dos indivíduos ligados ao transgressão”, disse o secretário, na saída do velório realizado na Câmara Legislativa.
O secretário reforçou que a investigação está a função do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). “Os policiais estão nas ruas desde ontem, quando soubemos do assassínio, e não vão parar até prender todos os envolvidos”, afirmou
Embora tenha recusado pedestal direto da PF, Derrite reconheceu que informações da União podem ser úteis. “Se tiverem dados de balística, DNA ou lucidez, serão bem-vindos. Mas o comando é da Polícia Social paulista. Confio 100% no trabalho da nossa polícia”, declarou.
Mais cedo, em Brasília, Lewandowski havia dito que o governo federalista se colocou à disposição do estado. “O transgressão organizado ataca a soberania. Temos bancos de dados científicos e periciais que podem facilitar, se necessário”, destacou.
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