O jurista Celso Vilardi, que faz a resguardo de Jair Bolsonaro (PL), disse nesta quarta-feira (3), que “não há uma única prova” contra o ex-presidente no interrogatório que apura a existência de um projecto de golpe de Estado a ser instituído no país posteriormente o resultado eleitoral de 2022.
” O presidente, que eu vou provar cuidadosamente, tratando da questão da minuta, ele não atentou contra o Estado democrático de direita. (…) Não há uma única prova e porquê eu vou salientar cá, com todo saudação”, afirmou Vilardi durante sustentação verbal.
O jurista também criticou a proposta da Procuradoria-Universal da República de reduzir os benefícios da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. Para ele, o Ministério Público procura reconhecer uma “parcial falsidade” da delação, mas seguir aproveitando ela.
“A delação da forma porquê está sendo proposta nas alegações finais do Ministério Público não é uma jabuticada, é alguma coisa que não existe nem cá, nem em nenhum lugar do mundo. Porque, na verdade, o que está se pretende cá é reconhecer uma parcial falsidade da delação e ainda assim fazer um aproveitamento dela diminuindo a pena”, afirmou.
A resguardo de Bolsonaro começou posteriormente a sustentação verbal do jurista de Augusto Heleno no segundo dia de julgamento de um suposto projecto de golpe de Estado.
Os ministros começam a votar para reprovar, ou remitir, posteriormente as sustentações orais de todas as defesas. Em seguida Bolsonaro, ainda precisam falar os advogados dos ex-ministros da Resguardo Paulo Sério Nogueira e Walter Braga Netto.
O voto de Moraes e dos outros ministros devem permanecer para a próxima sessão, na terça-feira (9).
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