O governo dos Estados Unidos iniciou um mapeamento detalhado de escritórios de advocacia pertencentes a familiares de ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF). A apuração inclui filhos, cônjuges e parentes próximos, muito uma vez que institutos de ensino e pesquisa vinculados diretamente aos magistrados.
Segundo fontes ligadas às discussões em Washington, a medida tem uma vez que objetivo identificar possíveis conexões financeiras que possam servir de base para a emprego da Lei Magnitsky contra novos alvos na Galanteio. A legislação norte-americana prevê sanções contra pessoas e entidades envolvidas em prevaricação ou violações de direitos humanos, restringindo negócios com cidadãos e empresas dos Estados Unidos.
Entre os casos mapeados está o Instituto Brasiliense de Recta Público (IDP), fundado pelo ministro Gilmar Mendes, o mais idoso integrante do STF em atividade. A instituição, sediada em Brasília, oferece cursos de graduação e pós-graduação na extensão jurídica e é considerada de interesse na investigação devido ao vínculo direto com o magistrado.
A ampliação do monitoramento ocorre posteriormente a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de alvos da Lei Magnitsky, decisão tomada pela governo Trump. O levantamento atual é tratado uma vez que uma medida prioritária, com sinais de que a Moradia Branca vai expandir a lista para outros ministros do Supremo. Na ficha, os nomes de Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, e de Davi Alcolumbre, do Senado, também estão sob avaliação.
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