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No primeiro vez das eleições de 2022, Simone Tebet teve 6,34% dos votos em São Paulo e 5,29% dos votos em Mato Grosso do Sul, estado em que fez curso política. Aliás, São Paulo foi o estado que mais deu votos à senadora sul-mato-grossense, seguido do Província Federalista e de seu estado natal.
São Paulo, rudimento do PSDB, tem aquela nostalgia da social-democracia, e está sempre em procura de uma terceira via limpinha. Simone Tebet foi a candidata da vez para vestir o figurino em 2022. Por isso, o PT estaria pensando em invitar a ministra para imaginar placa no Estado. Seria uma forma de “tucanizar” o PT em São Paulo. Segundo a material, Tebet vê a possibilidade com bons olhos, porque nem o partido dela quer lhe dar placa em sua própria terreno. Participar do governo Lula teria pegado mal, em um Estado predominantemente bolsonarista.
São Paulo já deu a cadeira do Senado para políticos petistas em 5 eleições: 3 para Eduardo Suplicy (1990, 1998 e 2006), uma para Aloízio Mercadante (2002) e uma para Marta Suplicy (2010). Nas últimas 3 eleições, no entanto, o partido passou em branco. Por isso, uma tentativa com Simone Tebet, reeditando a “frente democrática” contra o “fascismo da extrema-direita”, parece fazer sentido. Resta saber se o milagre da transmutação do petismo em tucanismo vai funcionar junto ao eleitorado paulista.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e rabi em Economia e Finanças pelo Insper. Jornal da cidade
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