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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), determinou nesta quinta-feira, 31, que a Advocacia-Universal União (AGU) acompanhe e adote as providências cabíveis e necessárias relacionadas ao processo de extradição da deputada federalista licenciada Carla Zambelli (PL-SP). Ela foi presa na terça-feira, 29, em Roma, na Itália.
A parlamentar estava foragida no país europeu, posteriormente ter sido condenada pelo STF por invasão dos sistemas do Recomendação Pátrio de Justiça (CNJ) e inserção de documentos falsos.
“Considerando o trânsito em julgado do acórdão condenatório, nos termos decididos pela Primeira Turma desta Suprema Golpe, muito porquê considerando a evasão da ré Carla Zambelli do província da culpa e as informações da Polícia Federalista no sentido de que ela se encontra na Itália, determinei, entre outras medidas, à Secretaria Judiciária que remetesse ao Ministério da Justiça e Segurança Pública os documentos necessários para formalizar o pedido de extradição de Carla Zambelli”, ressalta Moraes no despacho desta quinta.
“Em 30/7/2025, a Polícia Federalista informou que ‘o Escritório Meão Pátrio da INTERPOL em Roma (ECN Roma) comunicou nesta data a prisão da Sra. Carla Zambelli em 29 de julho do fluente em Roma, Itália, para fins de prometer sua extradição ao Brasil”, acrescenta.
Na terça-feira, posteriormente a prisão da deputada, o Ministério da Justiça do Brasil disse que ela seria submetida ao “processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é subscritor”.
Na quarta-feira, 30, o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), enviou ofícios a autoridades italianas, porquê a primeira-ministra do país, Giorgia Meloni, pedindo que a solicitação feita pelo governo brasiliano de extradição da deputado seja rejeitada.
Ele pede ainda que Zambelli seja mantida em território italiano “com todos os direitos garantidos aos cidadãos italianos em virtude de sua cidadania italiana”.
“No caso julgado pela Suprema Golpe brasileira, a Deputada Zambelli não teve o recta ao contraditório, ampla resguardo e devido processo legítimo respeitados pelo Ministro Alexandre de Moraes, que julgou sua Ação Penal em 2 anos e meio, o que evidencia o caráter inconstitucional da medida e a clara perseguição política por secção do referido Ministro”, argumenta Sóstenes nos ofícios.
“Em sentido contrário, atualmente, tramitam na Suprema Golpe inúmeros Inquéritos Policiais e Ações Penais contra dezenas de parlamentares por crimes de prevaricação e lavagem de verba sem que exista decisão judicial há mais de 10 anos, onde se é respeitado o contraditório, ampla resguardo e devido processo legítimo”.
O deputado prossegue: “Mas, quando se trata de processo com caráter político, o Supremo Tribunal Federalista julga o processo de forma sumária ao calafrio destes princípios constitucionais”.
Ele ressalta ainda que o judiciário espanhol rejeitou o pedido de extradição do blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio.
Os ofícios foram enviados a Meloni, ao ministro da Justiça da Itália, ao emissário da Itália em Brasília, ao vice-presidente do Recomendação de Ministros do país europeu, ao presidente da Câmara dos Deputados da Itália, e ao procurador italiano Antimáfia e Antiterrorismo.
O Contraditor
https://jornalbrasilonline.com.br/moraes-manda-agu-acompanhar-extradicao-de-carla-zambelli//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE









