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Rede criminosa infiltrou programa público para lavar quantia do tráfico
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Uma investigação da Polícia Federalista revelou um sofisticado esquema de ramal de recursos públicos por meio do programa Farmácia Popular. Criminosos utilizaram farmácias de frente para desviar quase R$ 40 milhões em verbas públicas, lavando quantia do tráfico de drogas e financiando a compra de cocaína da Bolívia e do Peru.
O grupo usava CPFs e endereços de cidadãos inocentes, além de comprar CNPJs por meio de laranjas. A operação teve início depois a mortificação de drogas em Luziânia (GO) e se estendeu para diversos estados: Goiás, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.
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}
function shuffleAndBuild() {
let shuffledProducts = […productData];
const storageKey = ‘achadinhos-ultimate-order-v3’; // Novidade chave para evitar conflitos
let lastOrderStr = null;
try {
lastOrderStr = localStorage.getItem(storageKey);
} catch(e) { console.warn(“Could not access localStorage”); }
let currentOrderStr;
let attempts = 0;
do {
for (let i = shuffledProducts.length – 1; i > 0; i–) {
const j = Math.floor(Math.random() * (i + 1));
[shuffledProducts[i], shuffledProducts[j]] = [shuffledProducts[j], shuffledProducts[i]];
}
currentOrderStr = JSON.stringify(shuffledProducts.map(p => p.name));
attempts++;
} while (shuffledProducts.length > 1 && currentOrderStr === lastOrderStr && attempts < 10);
try {
localStorage.setItem(storageKey, currentOrderStr);
} catch(e) { console.warn(“Could not save to localStorage”); }
carouselInner.innerHTML = shuffledProducts.map(createProductHTML).join(”);
items = Array.from(banner.querySelectorAll(‘.av-ultimate-card’));
}
function createIndicators() {
indicatorContainer.innerHTML = ”;
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const indicator = document.createElement(‘div’);
indicator.classList.add(‘av-ultimate-indicator’);
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indicatorContainer.appendChild(indicator);
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carouselInner.style.transform = `translateX(-${currentIndex * 100}%)`;
const indicators = indicatorContainer.children;
Array.from(indicators).forEach((indicator, i) => indicator.classList.toggle(‘active’, i === currentIndex));
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currentIndex = (currentIndex + 1) % items.length;
updateCarousel();
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clearInterval(slideInterval);
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banner.addEventListener(‘mouseenter’, () => clearInterval(slideInterval));
banner.addEventListener(‘mouseleave’, startAutoSlide);
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shuffleAndBuild();
createIndicators();
setupEventListeners();
startAutoSlide();
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})();
Em Águas Lindas (GO), moradores do bairro Portal da Barragem descobriram que duas farmácias inexistentes haviam recebido quase R$ 500 milénio do Farmácia Popular. “A gente mora cá há cinco anos e nunca viu farmácia alguma nesse endereço”, denunciou uma moradora.
A investigação da PF e o gavinha com o tráfico internacional
O caso começou a ser desvendado com a mortificação de 191 kg de drogas transportadas por um caminhoneiro vindo de Rondônia. Secção da trouxa foi entregue em Ribeirão Preto (SP), e o restante, em Luziânia, seria recebido por Clayton Soares da Silva, proprietário de farmácias no RS e em PE, também envolvidas no esquema.
Clayton foi recluso em flagrante, e em seu celular a PF encontrou documentos e mensagens que detalhavam o funcionamento da organização. A partir dessas provas, os investigadores chegaram até Fernando Batista da Silva, o “Fernando Piolho”, indicado uma vez que director do grupo.
Segundo a PF, Fernando abriu empresas em nome da filha para movimentar valores sem levantar suspeitas. Uma delas, a Construarte, recebeu mais de R$ 500 milénio de investigados por tráfico. Ele teria relação direta com membros do Comando Vermelho e repassava quantia a pessoas em áreas próximas à fronteira com Peru e Bolívia.
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Entre os beneficiários estava a esposa de um integrante do Clã Cisneros, organização criminosa peruana envolvida na produção de cocaína. A resguardo de Fernando nega seu envolvimento.
“O grupo utilizou o Farmácia Popular para lavar quantia e, depois, para financiar diretamente o tráfico”, afirmou José Roberto Peres, superintendente da PF no DF.
Farmácias fantasmas, laranjas e 160 milénio CPFs usados
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A conexão entre o Farmácia Popular e o transgressão organizado ficou mais clara com a invenção de farmácias registradas em lotes vazios, uma vez que uma drogaria que funcionaria em um terreno baldio, utilizando telefone de João Pessoa (PB). O número era de Célia Aparecida de Roble, identificada uma vez que fornecedora de CNPJs.
Segundo o Ministério da Saúde, o programa exige CPF, receita médica e documento com foto para liberar medicamentos. Rafael Bruxellas Parra, diretor da auditoria do SUS, afirmou: “Todos os dias combatemos muro de 140 milénio tentativas de fraudes no sistema”.
O dentista Gustavo, de Sumaré (SP), descobriu que seu CPF foi usado para retirar mensalmente até 20 caixas de insulina. “Nunca fui diabético”, disse ele. A entrega fraudulenta foi registrada em Campo Belo (MG), na Drogaria PHS Limitada. A suposta compradora era Francisca Ferreira de Souza, empregada doméstica listada uma vez que dona de cinco farmácias em diferentes estados.
Francisca, que vive em uma lar simples em Luziânia, movimentou quase R$ 500 milénio no papel. É casada com Brazilino Inácio dos Santos, também investigado por comandar dez empresas que, entre 2018 e 2019, movimentaram R$ 2,5 milhões.
O quantia pode ter sido repassado ao grupo de Fernando Piolho. A investigação mostra que Célia Aparecida negociou farmácias com Adriano Rezende Rodrigues, o “Adriano Tatu”. Uma das drogarias de Tatu, em Cerquilho (SP), recebeu quase R$ 1 milhão do programa.
A PF estima que muro de 160 milénio CPFs tenham sido usados pela quadrilha em uma teia que envolveu 148 farmácias, entre reais e fantasmas, em todo o país.
Desfecho e alerta à população
A fraude no Farmácia Popular escancara a fragilidade do sistema de controle de verbas públicas e a ousadia do transgressão organizado ao utilizar programas sociais uma vez que instrumento de lavagem de quantia e financiamento do tráfico internacional.
O caso segue sob investigação e expõe a premência urgente de auditoria independente e maior transparência nos programas federais.
https://www.newsatual.com/faccoes-usam-programa-social-financiar-trafico//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE








