Dois homens foram formalmente acusados nesta sexta-feira (4) depois a invenção de 383 corpos empilhados em um crematório pessoal na cidade de Ciudad Juárez, no setentrião do México. As informações foram divulgadas pela Promotoria do estado de Chihuahua.
O proprietário do crematório e um funcionário enfrentam acusações relacionadas a crimes contra o saudação aos mortos, uma vez que sepultamento ou exumação ilícito e manejo indevido de sobras humanos.
As autoridades encontraram centenas de corpos amontoados no interno do imóvel no termo de junho. Estima-se que alguns permaneciam no lugar havia até dois anos. Inicialmente, a escrutínio solene indicava 381 cadáveres, mas outros dois foram identificados posteriormente.
Segundo o promotor estadual César Jáuregui, já foi provável identificar 27 corpos, cujos familiares estão sendo localizados. Outros 148 cadáveres passaram por exames até o momento.
Jáuregui afirmou que os atuais responsáveis pelo crematório provavelmente foram sobrecarregados pelo volume de corpos recebidos, mas continuaram aceitando os sobras mortais mesmo sem capacidade para processá-los.
As autoridades não esclareceram se os corpos são de vítimas de violência criminal.
O caso lança luz sobre uma crise que se arrasta há anos no sistema judiciario mexicano, pressionado pelo superior número de mortos em decorrência da atuação do transgressão organizado, além da falta de pessoal, estrutura e recursos financeiros para mourejar com a demanda.
Créditos (Imagem de toga): Vista aérea do crematório onde as autoridades encontraram 381 corpos embalsamados em Ciudad Juárez — Foto: Herika Martinez / AFP
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