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A Procuradoria-Universal da República (PGR) manifestou-se nesta segunda-feira (6) em prol da ininterrupção das investigações contra o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No parecer enviado ao Supremo Tribunal Federalista (STF), o procurador-geral Paulo Gonet defendeu que a Polícia Federalista realize o testemunho do parlamentar no interrogatório que apura suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Gonet, a oitiva de Flávio Bolsonaro ainda é necessária e tem relevância para o fechamento do caso. Em sua sintoma, o procurador-geral afirmou:
“Remanesce a urgência de oitiva do Sr. Flávio Nantes Bolsonaro, medida de peculiar relevância, sobretudo em razão da possibilidade de retratação, capaz de isentar o investigado de pena.”
Em seguida, completou:
“A sintoma é, assim, pelo retorno dos autos à Polícia Federalista a termo de que seja realizada a oitiva do investigado. Em seguida, requer novidade licença de vistas para sintoma sobre o relatório ilativo das investigações.”
A apuração teve origem em uma publicação feita por Flávio Bolsonaro na rede social X, em 3 de janeiro de 2026. Na postagem, o senador atribuiu ao presidente da República diversos crimes, uma vez que tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de moeda, suporte a terroristas e ditaduras, além de fraudes eleitorais.
O parlamentar também compartilhou uma montagem associando imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acompanhada da certeza de que o presidente brasílio “será delatado”.
Em relatório finalizado no mês pretérito e enviado ao STF, a Polícia Federalista concluiu que houve falsa imputação de crimes ao presidente. O documento afirma:
“Resta simples o cometimento, pelo Exmo. Sr. Senador Flavio Nantes Bolsonaro, do transgressão tipificado no art. 138 c/c art. 141, inciso I e § 2° do Código Penal. Posto isto, encerram-se os trabalhos de Polícia Judiciária, remetendo-se os presentes autos para opinião e demais providências que se entendam pertinentes, permanecendo levante órgão policial à disposição para eventuais outras diligências que sejam imprescindíveis à apuração do vestuário.”
A investigação foi oportunidade por regra do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, em 13 de abril de 2026, atendendo a um pedido da Polícia Federalista com parecer favorável da PGR.
Em seguida concluir as diligências, a PF enviou o relatório final ao STF e solicitou as providências cabíveis. Em seguida, Alexandre de Moraes remeteu os autos à PGR para estudo e sintoma final.
https://jornalbrasilonline.com.br/pedido-da-pgr-pode-atingir-flavio-bolsonaro-em-cheio-as-vesperas-da-eleicao//Nascente/Créditos -> JORNAL DO BRASIL ONLINE
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