Embaixada brasileira em Washington recusou pedido de Flávio Bolsonaro para coletiva de prelo, alegando que o senador não estava em missão solene
Por ContraFatos 27/05/2026 Atualizado em 27/05/2026
Representação diplomática alegou carência de missão solene do senador para justificar a negativa
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teve refutado o pedido para utilizar as instalações da Embaixada do Brasil nos EUA porquê sítio de uma coletiva de prelo em Washington. A intenção era conceder entrevistas logo posteriormente seu encontro com o presidente norte-americano Donald Trump, realizado na terça-feira, 26, no Salão Oval da Morada Branca.
Justificativa da embaixada e papel do Senado Federalista
Conforme apuração do Metrópoles, a resposta negativa chegou por e-mail na própria terça-feira. A solicitação havia sido enviada pela equipe de Flávio Bolsonaro na noite anterior, segunda-feira, dia 25.
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A alegado da embaixada foi direta: o senador não estava participando de uma visitante solene. Diplomatas explicaram que seria necessário um transmitido formal do Senado Federalista informando que Flávio se encontrava em missão peculiar. De convénio com integrantes do Itamaraty, essa formalização não aconteceu.
Precedente com comitiva de senadores em 2025
Representantes do Ministério das Relações Exteriores fizeram questão de lembrar que, em 2025, a embaixada ofereceu esteio institucional completo a uma comitiva parlamentar. Naquela ocasião, os senadores Tereza Cristina (PP-MS) e Marcos Pontes (PL) — ambos ex-ministros do governo Jair Bolsonaro — estiveram em Washington em agenda solene.
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Na oportunidade, a representação diplomática não somente disponibilizou espaço para reuniões e coletivas de prelo, porquê também contou com a participação direta da embaixadora Maria Luiza Viotti nos encontros com os parlamentares.
Coletiva em sítio mútuo e taxa com Trump
Diante da recusa, Flávio Bolsonaro buscou outro espaço para realizar sua coletiva. Durante a entrevista, o senador detalhou o teor da conversa com Donald Trump.
Entre os assuntos abordados, Flávio afirmou ter defendido a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) porquê organizações terroristas estrangeiras. Aliás, os dois discutiram temas porquê segurança pública, minerais estratégicos, tarifas comerciais e cooperação internacional.
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