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Elaina contou que o irmão passou os últimos dias sitiado por parentes e recebeu visitas no hospital até a noite anterior à morte. Apesar das dificuldades causadas pela doença, ele manteve o contato com a família e conseguiu fazer brincadeiras por meio de gestos. A mana destacou a serenidade do apresentador nesses encontros e lembrou porquê ele estava na véspera: “Ele estava tão sereno ontem, tão bonito, tão feliz. Ele estava feliz porque estava vendo todo mundo lá, a família dele do lado dele”.
Elaina também ressaltou o carinho que Ayres recebia de amigos, parentes e colegas de profissão. Entre os vínculos profissionais, citou a relação com a Rede Amazônica, emissora na qual o participador passou grande secção da curso e se tornou divulgado do público acreano.
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Da puerícia em Rio Branco à televisão
José Ayres de Souza Rocha nasceu e cresceu em Rio Branco. Na puerícia, morou em uma lar na Rua Silvestre Coelho, no bairro Brenha. Era o caçula de uma família com nove filhos biológicos e duas filhas adotivas. Os pais eram Álvaro Vieira da Rocha, originário do Pará, e Raimunda de Souza Rocha, de Xapuri, município do interno acreano. Foi na capital que ele começou a vida profissional.
Ayres chegou à televisão em 1989. Na quadra, trabalhava porquê bancário pela manhã e procurava outra ocupação para a tarde. A oportunidade surgiu na portanto TV Acre, onde ele passou os primeiros meses acompanhando a rotina da redação. Sem experiência diante das câmeras, foi convidado a substituir o apresentador de um programa esportivo que havia faltado ao trabalho naquele dia.
Mesmo receoso, aceitou apresentar a atração e deu início à curso na TV. Depois, passou por diferentes telejornais da emissora, com participações nas edições da manhã e da tarde. Em 1995, assumiu a bancada do Jornal do Acre 2ª Edição. O noticiário entrou na rotina profissional dele e marcou três décadas de atuação porquê apresentador na Rede Amazônica.
Nesse período, o jornalista desenvolveu um jeito de apresentar as notícias marcado pela voz particularidade e pela serenidade diante das câmeras. Na redação, ganhou dos colegas o sobrenome de “professor”, em referência à relação que mantinha com os profissionais. Também buscou formação acadêmica na extensão, ao ingressar no curso de Informação Social. Sua atuação acompanhou mudanças no telejornalismo e na cobertura dos acontecimentos regionais.
Participação no Jornal Pátrio
Em 2019, Ayres Rocha representou o Acre em uma edição comemorativa dos 50 anos do Jornal Pátrio, da Mundo. Na ocasião, dividiu o comando do jornal mais visto do país com a jornalista Jéssica Senra, portanto apresentadora do Bahia Meio-Dia. A participação levou o trabalho do participador acreano ao público pátrio e marcou um dos momentos de maior exposição de sua curso fora da programação regional da Rede Amazônica.
A edição privativo integrou as comemorações do cinquentenário do telejornal, que reuniu representantes do telejornalismo de diferentes regiões do país. Para Ayres, foi uma chance de apresentar seu trabalho a telespectadores de outros estados. Até portanto, sua imagem estava associada principalmente à cobertura diária dos acontecimentos do Acre, onde construiu uma relação de proximidade com o público ao longo de três décadas.
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https://www.contrafatos.com.br/apresentador-do-jornal-nacional-ayres-rocha-morre-aos-62-anos-de-idade//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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