Jurista Mauro Paciornik, fruto de ministro do STJ, agrediu pequena de programa e abandonou apartamento de luxo em Brasília acumulando dívida de R$ 60 milénio
Por ContraFatos 27/08/2026 Atualizado em 27/08/2026
Jurista Mauro Paciornik acumula dívida superior a R$ 60 milénio posteriormente deixar imóvel às margens do Lago Paranoá com móveis danificados e débitos pendentes
Uma ação judicial em curso na 5ª Vara Cível de Brasília expõe uma série de episódios envolvendo o jurisconsulto Mauro Paciornik, fruto do ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso envolve agressão contra uma mulher que se identificou uma vez que acompanhante, deserção de um apartamento de luxo e uma cobrança que ultrapassa os R$ 60 milénio.
Agressão motivou medida protetiva e saída do imóvel
A Justiça expediu uma medida protetiva contra Mauro posteriormente ele ter agredido uma mulher dentro do apartamento que alugava. No boletim de ocorrência, a vítima declarou formalmente à poder policial que exercia a atividade de “acompanhante”. Mesmo com a ordem judicial obrigando o jurisconsulto a deixar o sítio, a mulher continuou vivendo no imóvel — ainda que a virilidade elétrica já estivesse cortada por inadimplência.
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De combinação com os autos, a relação entre os dois tinha contornos financeiros. Mauro teria pedido que ela abandonasse a profissão e ofereceu uma contrapartida em moeda. Ela, por sua vez, solicitou R$ 15 milénio mensais para admitir a proposta, valor que gerou desentendimentos entre ambos.
Conforme consta dos autos do processo, Mauro alegou ter repassado mais de R$ 100 milénio à mulher sob a promessa de que manteriam uma relação exclusiva.
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Imóvel de luxo foi ermo com danos e contas em sincero
O apartamento, de um quarto, ficava em uma das regiões mais valorizadas da capital federalista, às margens do Lago Paranoá. O espaço incluía furô privativo e terraço com vista para um dos principais cartões postais de Brasília. O aluguel mensal era de R$ 6,5 milénio, com contrato vigente desde abril de 2025.
Posteriormente quatro meses, o imóvel foi ermo. Os proprietários só tomaram conhecimento da saída de Mauro em dezembro, quando encontraram o sítio com virilidade cortada, móveis e eletrodomésticos danificados e meses de aluguel e taxas condominiais sem remunerar.
Valores em disputa na Justiça
R$ 6,5 milénio — valor do aluguel mensal do apartamento
4 meses — período amontoado sem pagamento de aluguel e condomínio
Mais de R$ 100 milénio — montante que Mauro afirma ter repassado à vítima
R$ 60 milénio — totalidade da dívida cobrada judicialmente pelos proprietários
Processo segue tramitando no Região Federalista
A ação continua em curso na justiça do Região Federalista. Os proprietários do imóvel aguardam decisão sobre a cobrança dos valores devidos e possíveis indenizações pelos danos materiais encontrados no apartamento.
O caso levanta questionamentos sobre a responsabilidade social de familiares de autoridades judiciárias e reforça que o cumprimento de obrigações contratuais independe do status profissional ou das conexões pessoais das partes envolvidas.
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https://www.contrafatos.com.br/filho-de-ministro-do-stj-agride-garota-de-programa-e-abandona-apartamento-de-luxo-sem-pagar-aluguel-em-brasilia//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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