O profissional de segurança relatou ter presenciado o par discutindo enquanto caminhava pela rua. Poucos minutos depois, João Pedro foi visto retornando sozinho e correndo. Ao ser questionado sobre onde estaria a companheira, o croiminoso respondeu que ela havia ido embora.
Sem confiar na explicação, o vigilante resolveu procurar por Isabella nos periferia. Foi portanto que encontrou a vítima caída no recuo do imóvel, já sem vida. O Serviço de Atendimento Traste de Urgência (Samu) foi acionado, e a equipe médica confirmou o óbito no lugar. Conforme o registro policial, Isabella apresentava diversas lesões na região do rosto. A perícia compareceu ao lugar e o corpo foi guiado ao Instituto Médico-Legítimo (IML).
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Câmeras de segurança e objetos da vítima levaram à prisão
Para identificar o responsável do delito, policiais militares recorreram a imagens de câmeras de segurança instaladas em residências da região. As gravações registraram o par caminhando junto e, em seguida, exclusivamente o varão voltando sozinho. O vigilante também confirmou que as características físicas do criminoso coincidiam com as do varão visto ao lado de Isabella.
A conquista ocorreu por volta das 23h40 da mesma noite. Durante patrulhamento, os policiais avistaram João Pedro na Rua Doutor Márcio Cardim. Ele tentou fugir a pé, mas foi interceptado na Rua Gândavo. Na abordagem, foram encontrados com ele a cédula de identidade da vítima, o aparelho celular de Isabella e um lençol semelhante ao que aparecia nas imagens de segurança.
Criminoso confessou ter aplicado golpe de estrangulamento
No boletim de ocorrência, consta que João Pedro declarou manter um relacionamento com Isabella havia tapume de um ano. Segundo sua versão, ele teria atacado a companheira por confiar que ela atentaria contra sua vida. O criminoso detalhou ter aplicado um golpe de estrangulamento divulgado porquê “mata-leão” e, outrossim, agredido a vítima fisicamente.
João Pedro também admitiu ter retraído os pertences e o documento de identidade de Isabella com a intenção de dificultar a identificação do corpo pelas autoridades. Ele ainda relatou ter consumido crack na noite em que cometeu o delito e confirmou que havia deixado a prisão exclusivamente quatro dias antes. O par teria se reencontrado na rua depois sua saída do sistema prisional.
Prisão preventiva decretada depois audiência de custódia
Na tarde de terça-feira (11), João Pedro foi submetido a audiência de custódia. Na ocasião, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva. O caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), e o autuado permanece à disposição da Justiça.
companheira na Vila Mariana
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