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Carência de Lula na Marcha para Jesus reforça intervalo do governo entre evangélicos
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não compareceu à Marcha para Jesus em São Paulo pelo quarto ano ininterrupto desde o início de seu terceiro procuração. Para representá-lo oficialmente no evento evangélico desta quinta-feira, 4 de junho, o Palácio do Planalto enviou o ministro da Advocacia-Universal da União, Jorge Messias.
Segundo a apuração publicada pela Oeste, o presidente não apresentou justificativa pública para a carência. A decisão mantém Lula distante de um dos maiores eventos evangélicos do país, justamente em um momento em que o voto religioso ganha peso crescente no debate eleitoral de 2026.
A Marcha para Jesus reuniu fiéis, lideranças religiosas e autoridades políticas em São Paulo. A organização projetou público superior a 2 milhões de pessoas, com caravanas vindas de diferentes regiões do Brasil. A marcha saiu da região da Estação da Luz e seguiu até a Rossio Heróis da FEB, na zona setentrião da capital paulista.
Jorge Messias representa Lula depois desgaste envolvendo indicação ao STF
A escolha de Jorge Messias uma vez que representante do governo carrega peso político. O ministro da AGU é visto uma vez que um dos principais interlocutores do Planalto com o meio evangélico e costuma ser escalado para esse tipo de agenda desde o início do atual procuração de Lula.
A presença de Messias também ocorre depois do desgaste provocado pela repudiação de seu nome ao Supremo Tribunal Federalista no Senado. O incidente enfraqueceu uma das principais apostas do governo para a Incisão e abriu discussão jurídica e política sobre uma provável novidade tentativa do Planalto.
Messias tem relação antiga com o meio evangélico. Ele frequenta a Igreja Batista desde a puerícia e recebeu pedestal de lideranças religiosas durante a pronunciação para tentar chegar ao STF. Essa proximidade ajuda a explicar por que o governo o mantém uma vez que ponte com um segmento no qual Lula enfrenta resistência histórica.
Mesmo assim, a carência pessoal do presidente no evento reforça o contraste entre o exposição de aproximação institucional e a dificuldade concreta do governo em ocupar espaços relevantes entre os evangélicos.
André Mendonça defende liberdade de prelo durante a Marcha para Jesus
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista, também esteve presente na Marcha para Jesus. Indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Mendonça é espargido por sua relação com o público evangélico e pelo sobrenome de “terrivelmente evangélico”, frase usada durante sua indicação à Incisão.
Durante conversa com jornalistas, Mendonça evitou entrar em polêmicas sobre investigações em curso no Supremo. O ministro adotou tom religioso e afirmou que o dia era voltado a louvar a Deus.
Ao ser questionado sobre a atuação da prelo, Mendonça defendeu que uma sociedade livre e democrática precisa prometer liberdade totalidade aos veículos de notícia. A enunciação ocorre em um envolvente pátrio marcado por debates sobre decisões judiciais, sigilo de investigações e limites da liberdade de frase.
Pesquisa mostra duelo de Lula entre eleitores evangélicos
A carência de Lula na Marcha para Jesus ocorre em um cenário eleitoral desfavorável ao presidente dentro do segmento evangélico. Segundo dados do Recenseamento 2022 do IBGE, os evangélicos representam 26,9% da população brasileira com 10 anos ou mais, grupo que segue em desenvolvimento no país.
Esse progressão transforma o eleitorado evangélico em uma força decisiva para qualquer projeto presidencial. Por isso, a resistência ao governo Lula dentro desse público representa um travanca político relevante para o Planalto.
Levantamento Meio/Teoria, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02918/2026, mostrou que, em um eventual segundo vez entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador lidera com ampla vantagem entre os evangélicos. No recorte religioso, Flávio aparece com 66,6% das intenções de voto, enquanto Lula registra 22,9%.
Os números indicam que o governo ainda não conseguiu reduzir a intervalo com esse segmento. Ao mesmo tempo, a presença de autoridades ligadas ao campo conservador na Marcha para Jesus reforça a força política do evento em ano pré-eleitoral.
Intervalo entre Lula e evangélicos vira problema para o Planalto
A estratégia do governo Lula tem sido manter canais de diálogo com lideranças religiosas por meio de ministros e interlocutores próximos ao meio evangélico. No entanto, a carência recorrente do presidente em um evento de grande visibilidade pública limita o alcance simbólico dessa aproximação.
A ida de Jorge Messias cumpre uma função institucional, mas não substitui o impacto político da presença do gerente do Executivo. Em um envolvente de possante mobilização religiosa, a carência de Lula tende a ser lida por adversários uma vez que mais um sinal de encolhimento entre o governo federalista e segmento expressiva do eleitorado cristão.
A Marcha para Jesus, por sua dimensão pública, deixou evidente que a disputa pelo voto evangélico continuará no meio da eleição de 2026. Para o Planalto, o duelo será tentar reduzir uma repudiação consolidada sem depender unicamente de representantes enviados a eventos religiosos.
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https://www.newsatual.com/lula-falta-a-marcha-para-jesus-pelo-4o-ano//Manadeira/Créditos -> SITE NEWS ATUAL
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