A política de Brasília, sempre marcada por conchavos e estratégias de bastidor, ganha agora um novo substância: a vida pessoal das altas autoridades. O decano do Supremo Tribunal Federalista (STF), Gilmar Mendes, engatou recentemente um romance com a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Morgana de Almeida.
A notícia, que circula com força nos corredores do Judiciário, ganha contornos de estratégia política. Morgana, originário de Toledo (PR) e magistrada de curso desde 1992, chegou ao TST em 2021 pelas mãos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Recentemente separada de José Richa Rebento — irmão do ex-governador Beto Richa —, ela agora se vê no núcleo de uma fala que pode levá-la à Incisão mais subida do país.
A vaga de Cármen Lúcia e a “janela de oportunidade”
O nome de Morgana de Almeida não surge unicamente por afinidade afetiva. A fala de Gilmar Mendes mira a sucessão da ministra Cármen Lúcia, que já sinalizou internamente o libido de antecipar sua saída do STF por questões familiares.
Caso a vaga se confirme, o presidente Lula estará sob poderoso pressão política e social para indicar uma mulher, mantendo a representatividade feminina na Incisão. É neste cenário que Gilmar Mendes estaria operando:
Representatividade: Morgana preenche o requisito de gênero.
Transcendência Política: Embora indicada por Bolsonaro ao TST, seu perfil técnico e a proximidade com o decano facilitam o trânsito entre diferentes espectros políticos.
Xadrez de Gilmar: A indicação fortaleceria a influência do decano dentro do próprio plenário do Supremo.
Quem é Morgana de Almeida?
Graduada pela Universidade Federalista do Paraná (UFPR), Morgana construiu uma curso sólida na magistratura trabalhista paranaense. Sua subida ao TST foi marcada pelo esteio de setores conservadores, mas sua trajetória técnica é vista porquê um ativo para uma verosímil sabatina no Senado.
Crise e Articulações
Enquanto Gilmar Mendes se movimenta, o STF lida com crises externas, incluindo inquéritos da Polícia Federalista e tensões com o Congresso. A possibilidade de uma indicação “caseira” ou baseada em laços pessoais promete acirrar os ânimos da oposição, que vigia de perto qualquer tentativa de “aparelho” afetivo ou político da Suprema Incisão.
O post Os Bastidores do Poder: Gilmar Mendes articula indicação de “novidade companhia” para o STF apareceu primeiro em Partido Brasil.
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