Caso brutal em Londres continua sem solução mesmo em seguida relação com outro violação
Uma imagem que parecia unicamente mais uma revestimento provocante dos anos 1970 acabou se tornando símbolo de um dos crimes mais intrigantes do Reino Unificado. Dias em seguida gravar a revista britânica Mayfair, a jovem padrão Eve Stratford, de 22 anos, foi encontrada morta em seu apartamento no leste de Londres. Décadas depois, o homicídio ainda não foi esclarecido.
Invenção do violação chocou Londres
Nascida na Alemanha, Eve foi encontrada sem vida em 18 de março de 1975, dentro de seu quarto. O corpo apresentava sinais de violência extrema: ela estava amarrada com um lenço, tinha meias presas às pernas e sofreu diversos cortes profundos no pescoço — entre oito e 12, segundo os relatos da quadra. Há ainda indícios de que tenha sido vítima de violência sexual.
A falta de sinais de rombudo no apartamento, localizado no bairro de Leyton, levou os investigadores a considerarem que a padrão conhecia o responsável do violação e permitiu sua ingressão.
Uma das hipóteses iniciais apontava que a repercussão da revestimento da revista poderia ter atraído o atacante. Mesmo assim, nenhuma identidade foi confirmada.
Rotina no Playboy Club e ambições artísticas
Antes de lucrar destaque porquê padrão, Eve trabalhava porquê “bunny” no Playboy Club de Londres, função que envolvia atendimento ao público com uniforme característico. Ela ingressou no lugar em novembro de 1973 porquê trainee.
A remuneração girava em torno de £1,50 por hora, com jornadas médias de 35 horas semanais, além de tapume de £15 em gorjetas. Para muitas funcionárias, o ofício era um trampolim para carreiras no entretenimento.
Apesar das exigências — porquê longas horas em pé e uso contínuo de salto cocuruto —, colegas descreviam o envolvente porquê controlado e seguro, com regras rígidas e supervisão ordenado para evitar abusos.
Tentativa para revista e consequências
Determinada a seguir curso porquê padrão, Eve aceitou posar para a revista Mayfair em seguida ser rejeitada pela Playboy. Ela foi escolhida porquê “Pequena do Mês” e recebeu £200 pelo experimento.
A publicação incluiu 18 fotos, entre elas um experimento nu completo, além de uma entrevista com teor sexual explícito. Segundo uma amiga próxima, o texto não representava fielmente a personalidade da jovem e teria sido inventado.
Pouco depois da divulgação da revista, em março de 1975, Eve foi suspensa do Playboy Club por dois meses.
Últimos momentos antes da morte
No dia do violação, a padrão foi vista pela última vez por volta das 15h30, retornando de metrô em seguida encontrar seu agente. Murado de uma hora depois, vizinhos relataram ter ouvido vozes — uma masculina e outra feminina — seguidas de um fragor cocuruto vindo do apartamento.
Por volta das 17h20, o namorado de Eve chegou ao lugar e encontrou o corpo.
A polícia realizou uma extensa investigação, incluindo a remontagem do violação e o interrogatório de aproximadamente 500 homens, entre empresários, fotógrafos e atores. Apesar dos esforços, nenhuma delação formal foi feita.
Relação com outro homicídio reforça mistério
Meses depois, outro caso abalou Londres: o homicídio de Lynne Weedon, uma jovem de 16 anos. Em 2006, exames de DNA estabeleceram uma conexão entre os dois crimes, mesmo sem qualquer relação conhecida entre as vítimas.
Essa invenção trouxe novas esperanças para a investigação, mas não foi suficiente para identificar o responsável.
Caso permanece lhano em seguida cinco décadas
As autoridades britânicas confirmam que ambos os assassinatos continuam sob investigação. Em 2015, a mãe de Lynne fez um apelo público por informações que pudessem ajudar a solucionar o caso.
Atualmente, há uma recompensa de £40 milénio (tapume de R$ 248 milénio) para quem fornecer pistas que levem à prisão do responsável.
Cinco décadas depois, o homicídio de Eve Stratford permanece porquê um dos episódios mais enigmáticos da história criminal britânica, desafiando investigadores e mantendo viva a procura por respostas.
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https://www.contrafatos.com.br/modelo-morta-apos-capa-de-revista-polemica-segue-como-misterio-ha-50-anos//Manancial/Créditos -> INFOMONEY




