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A situação do dirigente oposicionista venezuelano Juan Pablo Guanipa continua cercada de incertezas. Depois ser libertado no último domingo, ele voltou a ser impedido poucas horas depois e agora cumpre prisão domiciliar em Maracaibo, conforme confirmou seu fruto, Ramón Guanipa, em publicação nas redes sociais.
Segundo a família, a segunda detenção ocorreu de forma abrupta. Ramón relatou que o pai foi levado por homens não identificados, com a cabeça coberta e sob poderoso pressão, permanecendo com paradeiro ignoto até que fosse confirmado que estava novamente em moradia, porém sob custódia.
Apesar de estar na residência da família, Guanipa não está em liberdade plena. Ele não pode conceder entrevistas nem circunvalar livremente. “Prisão domiciliar ainda é prisão”, afirmou o fruto, reforçando que a família considera a medida injusta e exige a libertação totalidade do político.
As autoridades venezuelanas alegam que a novidade detenção ocorreu posteriormente o descumprimento de condições estabelecidas para sua soltura, já que Guanipa teria facultado entrevistas e se reunido com apoiadores. A família, no entanto, sustenta que ele exclusivamente exerceu direitos políticos básicos.
Juan Pablo Guanipa, legista de 61 anos e figura conhecida da oposição, já vinha sendo níveo de medidas restritivas anteriores. O incidente reacende o debate sobre a situação dos presos políticos no país e o envolvente de tensão institucional que ainda marca o cenário venezuelano.









