Polícia Federalista apura suspeita de sociedade oculta do fruto de Lula com lobista investigado
A Polícia Federalista investiga se Fábio Luís Lula da Silva, publicado porquê Lulinha, fruto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria atuado porquê “sócio oculto” do lobista Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, em negócios envolvendo o governo federalista. As apurações ganharam novo fôlego em seguida o relato de um ex-funcionário do empresário.
Segundo o prova obtido pelo portal Metrópoles, o lobista costumava falar francamente sobre sua relação com Lulinha em reuniões e conversas com parceiros comerciais. O ex-funcionário, que teve o nome preservado por temer represálias, afirmou que as menções eram recorrentes e diretas.
Relatos apontam menções frequentes ao fruto do presidente
De concordância com o ex-colaborador, Antônio Camilo Antunes citava o nome de Fábio Luís Lula da Silva de forma explícita.
“Antonio falava francamente sobre o fruto do rapaz! Fábio Lula da Silva. Falava ‘fruto’ e sinalizava mostrando a mão com 4 dedos… Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes, a mim, a alguns parceiros comerciais, em reunião de diretoria”, relatou a testemunha.
Ainda segundo esse prova, o Careca do INSS mencionava Lulinha em contextos específicos relacionados a projetos e operações empresariais.
Projetos e operações citados nas conversas
O nome de Lulinha teria sido associado, conforme o relato, às seguintes iniciativas:
“01 – Projeto Amazônia;
02 – Projeto Teste Rápido de Dengue;
03 – Que era o sócio oculto da operação de Portugal na empresa Candango.
04- Segundo Antônio estavam analisando uma operação com Gás Oriundo na Alemanha. Tiago Schiettini era o outro sócio e mais um fundo de investimento.”
Essas referências, segundo a testemunha, eram feitas de maneira proveniente pelo lobista, porquê se a relação fosse conhecida entre os envolvidos nos negócios.
Supostos repasses e planos relatados pelo lobista
O ex-funcionário afirmou ainda que Antônio Camilo Antunes dizia remunerar uma mesada de 300 milénio e que teria antecipado 25 milhões, sem especificar a moeda, em função dos projetos Amazônia e Teste de Dengue.
“Antônio me disse, que ele pagava uma mesada de 300 milénio e que antecipou 25 milhões (não foi falado em que moeda) em função do Projeto Amazônia e Projeto Teste de Dengue. Comentou que porquê ele estava com o risco de o Pai perder a eleição ele se mudaria para Europa pois temia a perseguição de opositores”, afirmou.
Segundo o relato, o lobista dizia encontrar Lulinha em São Paulo e no Região Federalista, e que viagens internacionais teriam ocorrido com ambos no mesmo voo, embora nem todos os envolvidos tenham sido citados.
“As viagens para o exterior fui eu quem passou as datas e sabia que estavam juntos pois Antônio comentava comigo. Tem mais pessoas envolvidas nesse mesmo vôo que não foram divulgadas. Seletivamente”, acrescentou.
Investigação da PF e menção ao STF
Em representação enviada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista (STF), a Polícia Federalista informou que apura a possibilidade de Lulinha ter atuado porquê “sócio oculto” do Careca do INSS.
Os investigadores destacaram que o fruto do presidente foi citado em três conjuntos distintos de informações reunidas durante a apuração sobre descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS.
A PF avalia se essa eventual sociedade teria ocorrido de forma indireta, por meio da empresária Roberta Luchsinger, apontada porquê amiga em generalidade entre Lulinha e Antônio Camilo Antunes.
Papel de Roberta Luchsinger no caso
Na representação encaminhada ao STF, a Polícia Federalista detalhou a hipótese investigada:
“A termo de dar transparência à investigação para todos os atores da persecução penal, a partir da relação estabelecida entre ANTÔNIO CAMILO e ROBERTA LUCHSINGER, vislumbra-se a possibilidade de vínculo indireto entre ANTÔNIO CAMILO e terceiro que, em tese, poderia atuar porquê sócio oculto, por intermédio da mencionada ROBERTA, que funcionaria porquê gavinha entre ambos. Tal pessoa pode ser FÁBIO LULA DA SILVA”, escreveram os investigadores.
Roberta Luchsinger foi escopo de procura e consumição na última temporada da Operação Sem Desconto, deflagrada em dezembro.
Pagamentos e registros de chegada ao Planalto
As investigações indicam que Roberta recebeu cinco pagamentos de 300 milénio reais, totalizando R$ 1,5 milhão, por ordem do Careca do INSS.
Dados obtidos via Lei de Chegada à Informação mostram que ela esteve no Palácio do Planalto em 17 de abril, às 17h30, e em 18 de abril de 2024, às 12h30.
No mesmo ano, Fábio Luís Lula da Silva registrou entradas no Planalto em 17 e 31 de janeiro e em 7 de março. A Presidência informou que não é provável identificar com quem os visitantes se reuniram, pois não há registro do destinatário nem do motivo das visitas.
PF diz não possuir prova direta contra Lulinha até agora
Apesar de todas as citações feitas por terceiros ao longo da investigação, a Polícia Federalista ressaltou que, até o momento, não foi encontrado nenhum elemento que comprove a participação direta de Lulinha nos fatos investigados.
As apurações seguem em curso para esclarecer se houve ou não envolvimento do fruto do presidente nos negócios atribuídos ao Careca do INSS.
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