Declarações do noticiarista em vídeo geram repercussão e ampla circulação nas redes sociais
Um vídeo publicado pelo noticiarista Eduardo Bueno, sabido porquê Peninha, provocou possante repercussão nas redes sociais depois o responsável declarar que evangélicos não deveriam participar das eleições e encaminhar ataques ao deputado federalista Nikolas Ferreira. A gravação, divulgada em seu via no YouTube, passou a circunvalar amplamente nos últimos dias.
No teor, o noticiarista critica a presença de grupos evangélicos no cenário político brasiliano e afirma que, na sua avaliação, o conservadorismo no país estaria associado a esse segmento religioso, que ele classifica porquê falsos conservadores.
Resguardo de exclusão política dos evangélicos
Durante a gravação, Peninha afirma que fiéis evangélicos deveriam restringir sua atuação ao contexto religioso e não participar das escolhas eleitorais. Em sua argumentação, ele questiona a legitimidade da participação desse público no processo democrático.
No vídeo, o noticiarista declara:
“Evangélico tem que permanecer no erudito, tem que permanecer no templo, tem que permanecer pastando junto com o pastor. Deveria ser proibido evangélico votar, porque eles não votam para pastor. Se eles não escolhem nem o pastor deles, eles escolhem a igreja, tem o pastor, mas não foi eles que botaram aquele pastor lá. Por que que eles têm que votar para vereador, para deputado estadual, para deputado federalista, para senador, para presidente? Não, eles não têm que votar”.
A fala passou a ser compartilhada em diversas plataformas e gerou reações de usuários e comentaristas políticos.
Críticas e ataques direcionados a Nikolas Ferreira
Em outro momento da gravação, Peninha menciona o deputado Nikolas Ferreira ao comentar uma passeio organizada pelo parlamentar entre Minas Gerais e o Região Federalista, evento que reuniu apoiadores.
Na sequência, o noticiarista passa a fazer críticas pessoais ao deputado e volta a mencionar pastores e evangélicos em tom de ataque. No trecho, ele afirma:
“O Nikolas Ferreira, ele nasceu numa comunidade, numa favela chamada Pai Tomás. Rebento de um pastor evangélico. Sabe que pastor é o rostro que pasta, né? O nome indica pastor, é um rostro que pasta, né? Tá ligado ao mancheia. Há pastores decentes, há pastores dignos, há pastores progressistas ou senão ligados às causas humanitárias e tal. Eu suponho que o pastor Edésio, pai dessa indivíduo, não possa ser um desses, porque senão ele não teria deixado esse guri virar o que virou, esse guri de m&rd@, porque é um guri de m&rd@, né? É um guri de m&rd@.”
O vídeo segue circulando em perfis e páginas políticas, ampliando o debate sobre os limites do exposição público e o papel de líderes religiosos e parlamentares na redondel política.
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Nikolas Ferreira
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