Gerente da lucidez de Israel foi a Washington para discutir cenário militar
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém desde a sexta-feira (30) uma série de reuniões com generais e chefes da lucidez de Israel para determinar a possibilidade de ataques militares contra o Irã. O encontro ocorre em Washington e conta com a presença do superintendente do serviço de lucidez israelense, que se deslocou pessoalmente aos Estados Unidos para a conferência.
Trump tem reforçado publicamente a pressão sobre Teerã, afirmando que os iranianos precisam fechar um negócio rapidamente, pois o “tempo está esgotando”. Até o momento, no entanto, não houve progressão nas negociações.
Irã reage e prenúncio guerra regional
Neste domingo (1º), o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, reagiu às declarações americanas e alertou que um eventual ataque dos Estados Unidos resultaria em uma guerra em toda a região. Segundo ele, o Irã responderia atingindo Israel e bases americanas instaladas em outros países.
A principal exigência de Washington é que o Irã abandone seu programa nuclear e interrompa a fabricação de armas. Os aiatolás, no entanto, rejeitaram essas condições e mantiveram a posição de não admitir o negócio nos termos apresentados pelos americanos.
Cenário interno fragiliza Teerã
Diante do impasse diplomático, Trump passou a determinar com mais atenção a opção militar. A estudo leva em conta o atual contexto interno do Irã, que enfrenta uma grave crise econômica e protestos diários em diversas regiões do país.
Segundo avaliações citadas no entorno do governo americano, as manifestações já podem ter deixado mais de 30 milénio mortos em todo o território iraniano. O momento é descrito uma vez que o mais frágil do país desde a Revolução Islâmica de 1979, quando os aiatolás chegaram ao poder.
Decisão pode ser iminente
Fontes próximas às discussões indicam que a decisão dos Estados Unidos pode ser tomada a qualquer momento. Trump estaria cada vez mais propenso a autorizar um bombardeio contra alvos iranianos, caso Teerã não aceite as exigências relacionadas ao programa nuclear.
A movimentação diplomática e militar intensifica o clima de tensão no Oriente Médio, enquanto Washington e Tel Aviv alinham estratégias diante da escalada do confronto.
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